Ê! Junho!
que merda
Junho é maçã do amor, é Marisa Monte, é Jigoku Shoujo, é pavê, é bolo, é Aladdin, é adeus, irmãzinha, é nublado, tem chuva, tem frio, tem pseudo-sol, Natre, danças estranhas, são reconciliações, são brigas, são mensagens de celular descobertas, jogo da verdade, traições simultâneas de um namoro que nem tinha começado, é matar aula, é agradecer e chorar.
Na verdade não. Junho já foi tudo isso. Nos anos anteriores. Desse junho não sei nada, mas posso saber.
Sei que a maçã do amor continua, que Marisa Monte vem raramente, quando deve. Que Jigoku Shoujo já saiu de cena, que Petula Clark está presente. Que ainda é nublado, ainda tem chuva, ainda tem frio, mas não tem mais o pseudo-sol. Que não tem mais Natre, e seus gritos no Santa Rosa acompanhados de trufa estragada, mas vai ter uma bela maratona no Odeon na mesma data, com filmes pela madrugada acompanhados de lanchinhos e café. Que as danças estranhas ficam por conta do blackout da ULC, que os jogos acabaram, porque não há mais quero-posso-devo em parte alguma, que não posso matar aula pra fazer coisas bobas, porque estou há meses de férias, exilada no meu infinito particular... é, o mesmo da ida do ano passado.
Vai ser um mês produtivo, se não em vida, em blog... aaah, vai! u.u