| segunda-feira, 28 de abril de 2008 |
Mas heim?
| Meu aniversário? Ah, bem! Muito obrigada ^^ Mas dia 26 não começou tão legal assim o.0
I'm not calling for a second chance
I'm screaming at the top of my voice
Give me reason, but don't give me choice
Cuz I'll just make the same mistake again HAuheuhaueah... musiquinha da novela das oito, olha só xD
Apenas dito por Cendrillon, às
17:46, quando nada era mais importante do que fazê-lo. Estes [0] falaram sobre.
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| quinta-feira, 24 de abril de 2008 |
Utopia Infantil
| Hoje, dona estrela cadente, eu não vou te pedir nenhuma declaração de amor, como eu fiz por tantas e tantas noites, nem pedir pra ser amada, como eu pedi por tantos e tantos anos... Hoje, dona estrela cadente, eu não vou pedir um bilhete premiado, uma sena acumulada, um tesouro enterrado... Hoje, dona estrela cadente, eu só peço que me me faça adormecer e só acordar quando eu for grande, grande que nem aqueles a quem eu sempre admirei. E se não for muito incômodo, dona estrela cadente, diz pra moça grande que acordar, pra ela não esquecer dessa menina que está aqui acordada, fazendo esse pedido... porque ela sempre foi o meu sonho, e eu prometo que sempre vou passar pelos sonhos dela...
Apenas dito por Cendrillon, às
22:05, quando nada era mais importante do que fazê-lo. Estes [0] falaram sobre.
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| quarta-feira, 23 de abril de 2008 |
Aquelazinha...
| Tava tudo bem. Festinha da coleguinha, docinhos, musiquinha, risinhos, dacinhas... Até aparecer aquelazinha. Aí a festa acabou pra mim. Porque aquelazinha é capaz de deixar TODO mundo empolgado, sorrindo, feliz e dançando ainda mais, mas pra mim ela é a pior, a pior que existe, e nada que venha dela pode me animar, e a única coisa que eu sinto quando eu ouço aquela voz é vontade de quebrar aquela droga em mil pedacinhos. Simplesmente porque todo mundo tem lembranças maravilhosas com ela, e eu estava fora de todas. Simplesmete porque ela disse o que todo mundo se dizia, mas eu estava fora. E se eu estou fora hoje, pode não ser culpa dela, mas a presença dela em todo o canto faz com que eu me lembre disso e a odeie... aahhh como eu odeio aquelazinha!! Massivamente repetitiva, quase uma deusa, quase uma diva... aaaah eu a odeio muito! Existem vozes que te fazem lembrar de tempos passados, e vc sente saudade, e vc tem vontade de voltar... mas ela não! Porque eu sei que em dois ou três anos, todo mundo vai lembrar dela como uma divisora de águas, como alguém que embalou momentos incríveis, cenas memoráveis, festas maravilhosas, beijos inesquecíveis. Mas eu só vou lembrar dela como a desgraçada que me viu ir embora.
Apenas dito por Cendrillon, às
19:13, quando nada era mais importante do que fazê-lo. Estes [0] falaram sobre.
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| terça-feira, 8 de abril de 2008 |
Sobre meninos e gatos
| Traduzindo a conversa mais produtiva dos últimos tempos: J = ele L = eu J: Que nick é esse? Ficou aborrecida com alguma coisa? L: Nada importante. Mas às vezes eu fico puta de ver como as pessoas são ingratas. Eu acabei de sair do profile de um guri, num site desses... Praticamente todos os livros da lista de favoritos são livros que EU indiquei, quando ele vai falar dos filmes, fala dos filmes que EU mostrei, e ELE em si, só é o que é porque um dia EU fiz parte da vida dele. Claramente, sem a minha influência, ele seria alguém COMPLETAMENTE diferente do que é hoje. J: Adoro sua modéstia. L:Ah, eu sei... eu pareço arrogante às vezes... na verdade eu sou arrogante u.u' esse é meu pecado capital favorito de todos os tempos... talvez perca para a preguiça às vezes... J: Mas o que te deixou chateada? L: Ah, sim... bom, o que me deixa chateada é o fato de hoje em dia ele não estar nem aí pra mim. Quer dizer... ele não me ignora, nem nada disso... mas ele já foi praticamente uma extensão do meu braço, hoje em dia é só um pupilo que não deu muito certo, ele não precisa mais de mim. J: E você, de alguma forma, se sente lesada por isso? L: Não, ele não me faz mal... mas eu gostava de ter alguém me esperando sempre. J: Todo mundo já fez isso alguma vez. Aposto que você também. L: É, tem razão. Já fiz pior, inclusive. A verdade é que nós somos um bando de parasitas. Tiramos aquilo que as pessoas têm de melhor e depois saímos andando, como se nada tivesse acontecido... tchururu... Walk On... J: huahueha... Não, não... parasitas destroem, só isso. Eles sugam tudo que você tem, sem que você queira, e depois caçam outro hospedeiro. Prefiro dizer que somos como gatos. Ficamos numa casa confortável, bebendo leite tipo A, e damos aos nossos donos algum carinho e algumas esfregadas no pé em dias frios... é uma troca. Enquanto você está ali, os dois se beneficiam disso... quando aquele dono não te for mais conveniente, você simplesmente vai embora... claro, seu dono vai se sentir lesado, traído, abandonado... mas que mal você fez a ele? Você teve sim bons momentos às suas custas e aprendeu coisas novas, mas ele também teve os pés aquecidos, não? Sem remorso, só, como você disse... "tchururu... Walk On..." L: 0.0 isso foi perfeito. J: É a voz da experiência, garotinha.
Apenas dito por Cendrillon, às
5:08, quando nada era mais importante do que fazê-lo. Estes [0] falaram sobre.
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| segunda-feira, 7 de abril de 2008 |
La Histoire d'...
| 30 de março de 2008, 06:00 am
É incrível a diferença. Ainda que haja o mesmo véu que sempre se estende sobre meus olhos nesse estado, ainda posso ver nitidamente a diferença.
Das nuances perfeitas, do extremo êxtase, do torpor e do sangue que ferve, e se espalha, e se concentra, e congela no mesmo segundo, à ausência, à espera, à ansiedade que faz com que, ainda cansada, eu não possa deitar-me e dormir. Não sem antes sofrer um pouco mais... esse sofrimento que desde sempre me realizou...
Ah, a diferença... a diferença é que se não é calculado pela mente, é calculado pelo instinto, pela prática, pelo conhecimento de quem parece saber exatamente, sem muitas palavras minhas, o que eu quero, o que eu gosto... e me desarma de tal forma que é impossível não ser tomada pelo medo e por um prazer tão absoluto que às vezes nem parece caber nos limites do meu corpo, que parece rebentar-se entre luz e dor.
E vai a cada dia ficando mais forte. E é a atenção, as palavras perfeitas, os sussurros de tão longe, é a aparente entrega que me doma, que me envolve.
E é o abandono, o frio, o silêncio, aqueles vazios que existem por trás da aparência dessa entrega que me abatem, me destroem e me fazem estar aqui, agora, lutando contra o meu próprio corpo pelo desejo de dizer, ainda que não seja lida ou entendida, como isso é grande...
Quanto tempo mais?
Não há corrente alguma, palavra alguma, compromisso algum. Mas eu estou presa, tão presa que não me incomodo de estares livre... e tudo que peço é que me dirija meia dúzia de palavras cada dia.
E eu te entregaria qualquer coisa.
Subserviente como ela. Ah, René...
Apenas dito por Cendrillon, às
2:55, quando nada era mais importante do que fazê-lo. Estes [0] falaram sobre.
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