**::Little Witch's Blog::** - Leaving all this to yesterday...
*:Eu, sincera e Completamente:*

As Meninas Gothikas

Me Chamem de:
Dark Cendrillon

Tempo neste mundo: É feio perguntar a idade de uma dama!

Trilha sonora:
~Lacrimosa
~Pato Fu
~Marisa Monte
~Within Temptation
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~Maaya Sakamoto
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~Kotani Kinya
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~Rosenstolz
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~Legião Urbana
~Cazuza
~Lacuna Coil
~Coralie Clement
~Carla Bruni
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~Chico Buarque
~Engenheiros do Hawaii
~Adriana Cacanhotto
~Los Hermanos
~Radiohead
~Sete!

Filmes:
~Laranja Mecânica
~Perfume - A história de um assassino
~Shutter
~Diário de uma Paixão
~todos os da Drew Barrymore
~A Hora do Pesadelo
~Trilogia Jogos Mortais
~The Hollyday
~O Chamado 1 e 2
~As Brumas de Avalon
~Les Mis
~Edward Mãos de Tesoura
~A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça.

Veteranos favoritos:
~Drew Barrymore e Johnny Depp

Meus "Musos":
~Kamui
~Yuki Sohma
~...
~Tooya
~Jonas Hammer
~Johnny Depp
~Oliver Martinez
~Gael
~~*Tilo Wolff*~~

Minhas Musas:
~Satou Sei
~Alessandra Maestrini
~Miyazawa Yukino
~Drew Barrymore
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~Marisa Monte
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Livros:
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~A Marca de uma lágrima
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~Veronika decide Morrer
~Les Mis
~Entrevista com o Vampiro
~série: "Meu primeiro Amor"
~Christiane F.
~Noite na Taverna
~O Corpo Fala
~série: "Karas"
~Os Sofrimentos do Jovem Werther
~O Retrato de Dorian Gray
~Balada do Cárcere de Reading
~Anjos e Demônios
~Código Da Vinci
~Fortaleza Digital
~Ponto de Impacto

Moi:
~Um paradoxo por contradição
~Uma semi-autista por opção
~Uma Creep por convicção
~Uma viajante por diversão

~Alguém que adora:
*línguas
*escrever
*viver numa bolha
*pedestais
*andar
*manipular
*codificar/decodificar
*metáforas
*sarcasmo
*coisas que brilham
*altura\o/
*bolhas de sabão
*palco
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~Uma pseudo:
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Toda brincadeira não devia ter hora pra acabar...
sábado, 5 de janeiro de 2008

... e toda quarta feira, ela sai sem pressa pra voltar.

 

Anda, menina... desliga essa TV, que o mundo tá lá fora, e hoje a tarde promete.

Sai de você, faz o que der, dá o que tem e superavite teus déficits, vive logo.

Chega lá, diz oi, provoca, sobe, compra. Aí vai pro bar, e espera.

E vê, e revê, e beija, e dá parabéns. E vê palhaçada, e entra na guerra, e atira e se fere... com armas de chantilly.

E vai pra brincar, e se balança, e escorrega, e sobe, e cai.

E enfrenta fila, menina, porque a tarde já vai raiar. E deixa eles fazerem o resto, espera teu gelo, divide o tal bolo, olha pro céu... e guarda na memória porque alguma coisa diz que quando o celeste se enegrecer, vai ficar tudo melhor.

E bebe, e vê beber. E fica alegre, e vê se embebedar. E vê beijo, onde não deveria ter.

E ri, menina, porque Papai Noel é gay!

E testemunha de perto, junto com uma platéia infantil, o inédito vômito alheio.

E a noite tá caindo, e o mundo tá girando, e o céu já mudou, e a tua percepção também.

Corre, ri, gargalha, vê cair, ouve declarações de amizade, vê cenas de amor quase de outro mundo pra quem passava.

Volta menina, te finge de sóbria, porque um demônio qualquer passou de confete e serpentina e disse no pé do teu ouvido: "essa noite merece!"

Liga, mente, faz com que ela minta. Sente teu remorso ser devorado pela vontade de fugir.

Implore, se irrite, porque a outra menina tá com a chave da corrente na mão, e não quer se soltar.

Não adianta nada. Despede e vai se embebedar.

Diz que tem dezoito, que não vai ficar ali. Foge da polícia, troca teu dinheiro, escolhe o lugar.

Ah, menina! Não te lembra quem pensou, mas te lembra que aprovou, que foi doida, da varrida! Que pegou aquela reta, que entrou pela roleta, carregando três contigo, que sentou, que tirou foto, que caiu, que difamou Deus e o Diabo, que enalteceu Renato e Cazuza, que nem viu o tempo passar... mas ele passou?

Que chegou lá! Que sentou, que bebeu, que riu mais, ouvindo as histórias loucas de um bêbado grande se negando a dar seu vinho a um bêbado pequeno.

Ah, menina... levanta, foge, que a coisa parece que vai esquentar mais que essa russa rasgando tua garganta.

E dá uma mordida, e passa, passa, passa. Morde de novo, passa, passa, passa... e compra outro e repete. Compra outro e repete. Compra outro e repete.

E vai de russa, de russa imaculada, pega teus cubos jogados na sargeta, taca na russa, e bebe, bebe, bebe...

Sente embrulhar, sente salivar, chama por Deus e pelo falo, mas não dá muito resultado.

Bota pra fora, de uma vez só. Um segundo e tudo está no chão.

E vira de novo, e joga mais. Os pedaços da diversão de dois minutos atrás.

E vê aquela doida te fazer rir de novo. Com perguntas, imitações, gestos, e uma atuação que centenas de palcos implorariam pra mostrar.

Acha um bar e te encosta, porque menina, você tem cortesia até uma da manhã... aliás, até uma e onze!

Desce desse bar, vai pro do lado, que é de graça e você entra com aqueles dois lá de fora.

Gasta mais dinheiro, dá adeus pros teus patins, pro teu fim de semana em Petrópolis ou pra tua blusa nova. Mas continua, menina, segue a idéia de superavitar seus déficits.

Vê que é lindo, vê que é loiro, vê que é gay. E repete.

E pensa no desejo, e esquece, senão fraqueja e deixa tudo desabar. Mas ah, menina... é difícil conseguir!

E bebe da cerveja ruim, e baba da decoração, e sai, vai respirar.

E percebe que são gringos, e chama a atenção, e corre pra ter o que fumar!

Que droga de iluminação que impediu de bater!

Volta pra frente, conversa com eles, diz de novo que tem dezoito, vê a merda do teu ego se surpreender, mas vá lá... é só elogio, sem chance de pegar.

Vai pro outro lado, e tenta ler o coração partido de uma gorda que tenta se matar.

E fica louca com a xenofilia cega e preconceituosa dos três.

E fica quieta, vê a Lapa esvaziar.

E vê que é português, não inglês, nem espanhol.

E volta, menina. Vê a noite minguar, porque o tédio veio de bicicleta de Caxias... demorou, mas chegou!

Sente por um segundo o quão perto está. Mas não fraqueja, menina. Não estraga tudo. Põe na cabeça que é só o vício.

Aí fica vazio de novo. Sente falta. Mas não admite!

Volta pra casa, entra e deita no vagão, vê passar as estações, chega rápido lá.

Anda, cidade. Pode apagar as luzes, o dia já raiou... a noite mais incrível já morreu, e esse dia novo vem manso, com sono, e um demônio de pijama passa e diz no pé do teu ouvido: "Esse dia padece".

Vê o primeiro sair, carrega a segunda. Dá a desculpa pro terceiro, porque você sabe, menina... ele também quer ir.

Ouve a última palavra, recebe aquilo que você sabe o que significa, e odeia com todas as forças a escolha que um dia você fez.

Senta no ponto, vê o tempo passar, estourando bolinhas na tela do celular.

Volta pra casa, menina. Toma teu banho e deita. Agora descansa, porque quarta-feira igual a essa, só na próxima vida.


Apenas dito por Cendrillon, às 1:11, quando nada era mais importante do que fazê-lo.
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Os malditos!
quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

Já me senti tão feliz que achei que não podia melhorar.

Já me senti tão horrível que cada minuto vivido parecia um supersônico para a morte. 

Já me senti tão incrível que achei que não podia ser superada.

Já me senti tão merda que achei que não ia conseguir me levantar nunca. 

Já senti tanta saudade que quase me derreti num abraço. 

Já senti tanta vontade de estar longe que cheguei a ser grossa.

Já senti  tudo tão sob controle que cheguei a odiar a humanidade por ser tão previsível.

Já senti tudo tão fora de controle que cheguei a me odiar por estar tão impotente. 

Já senti tanta coisa ao mesmo tempo que quase esqueci de quem eu era.

Já passei tempos sem sentir absolutamente nada, e quase achei que não era ninguém.

 

Mas vá lá... no fim disso tudo eu só percebi que por mais esquisitinha que às vezes eu pareça, no fundo eu sou igualzinha a qualquer pessoa nessa fase chata. Ou será que 90% dessas coisas não combinam com algo que algum dia você já sentiu?

É assim mesmo. Acho que no fundo quase todo mundo sente igual,  pensa igual... mas resiste diferente, age diferente, e, como uma vez me disseram:

"Ninguém se importa com o que você sente, você é aquilo que você faz".

É a ação que diferencia, é o modo como você maneja as informações, os problemas, e todas as coisas boas também que fazem de você o que você é.

 Só.

E pensar que tudo é a merda do DNA, ou, como alguém que eu não consigo lembrar agora dizia: Os malditos cromossomos!



Apenas dito por Cendrillon, às 0:52, quando nada era mais importante do que fazê-lo.
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Vamos começar de novo...
terça-feira, 1 de janeiro de 2008

...um por todos e todos por um!

 

Primeira música do ano ^^

 

Até que o desgraçado do 2007 terminou bem... com minha guria favorita, brincadeiras idiotas na piscina, sorvete, um nome novo, caipirinhas, músicas de todos os tempos, anões em coma alcoólico e um L de concreto bem grande,,,

 

Ainda lembro do tempo que eu descrevia esses dias aqui no blog pra me lembrar depois. Funciona, funciona bem, mas acho que prefiro deixar as lembranças irem se deteriorando com o tempo, como as de qualquer pessoa normal.

 

 Melhor ano novo de todos os tempos... acho que isso basta.

 

 Muito, muito medo de 2008... nunca acreditei muito em numerologia, mas pelo que eu vi de 07 e das previsões para 08 acho que estou começando a acreditar 0.0

 

Queria saber dizer alguma coisa sobre um assunto que faz tempo que está encostado quieto num canto qualquer. Mas deixa pra lá, se a hora dele chegar ele vem pra pista, nem que seja dançando Créu e suas 14837476 velocidades.

 

Então agora é só seguir em frente e segurar o rojão T_T'

 

E rumo aos 500!

 

o/ 



Apenas dito por Cendrillon, às 10:20, quando nada era mais importante do que fazê-lo.
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