**::Little Witch's Blog::** - Leaving all this to yesterday...
*:Eu, sincera e Completamente:*

As Meninas Gothikas

Me Chamem de:
Dark Cendrillon

Tempo neste mundo: É feio perguntar a idade de uma dama!

Trilha sonora:
~Lacrimosa
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~Marisa Monte
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~The Hollyday
~O Chamado 1 e 2
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Veteranos favoritos:
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~...
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~O Retrato de Dorian Gray
~Balada do Cárcere de Reading
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Is this the end of the road...
quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

We travelled for so many years

of my life's best journey,

full of joy and tears!

 

Bela decepção para um ano que terminava com "7".

Foram as coisas certas no ano errado.

Começou de uma forma bem bizarra. Uma das primeiras lembranças que eu tenho do tal 2007 foi a primeira ressaca da minha vida, o dia que eu apagaria sem problemas da minha memória u.u

 Aí ele fingiu que estava tudo bem, me deu dias divertidos durante as férias, uma peça legal no início do ano e um carnaval merda, pra variar. 

 

Escola, boas notas, bons amigos, prêmios, paixonite por um calouro, e o que mais?

Queda, decadência, perdas, doenças.

Pré, Paula, vodka, noites abstratas, e aquela certeza louca, doente e tão certa.

Comédias românticas na sessão da tarde, C, ingresso, Lacrimosa, Lacrimosa? É, Lacrimosa.

Cerveja, velhas amigas, segregação de grupinhos, vestibular, Sete.

Medo, susto, olhar de fora e só.

 

Só. 2007 se resumiu a isso. Pavoroso.

 

2008? Sei lá, nunca tive tanto medo de um ano quanto estou tendo desse. É uma rua escura, depois de um carrasco que levou (está levando, aliás!) 365 dias pra terminar de fazer seu trabalhinho comigo.

 

Se essa rua

Por onde eu vou passar

Fosse minha

Eu mandava ladrilhar

Com pedrinhas que eu mesma inventei

Pra me salvar

Do Silêncio

Em que ele me deixou

E das portas que de par em par

Ele trancou. 

 

 Até 2008 então, leitores sobreviventes do LWB...

 

Bai-bai o/ 



Apenas dito por Cendrillon, às 22:24, quando nada era mais importante do que fazê-lo.
Estes [0] falaram sobre.



Rainha do Baile
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

Doze badaladas, sete amigos por perto, e uma coroação que não aconteceu.

Então acabou. O aclamado "Colegial"...

A princípio os amigos... o grupinho, a panela... e então apresentaram-me o sr. Eta Nol... claro, ainda timidamente!

Então as primeiras festas, sair à noite, os amigos me trazendo mais amigos, as intrigas e as pendengas que duraram ainda por tanto tempo u.u

E as brigas, e os namoros, e os beijos, que, mesmo sendo apenas beijos, naquela época pareciam o próprio ato concentrado na boca.

Primeira grande escolha... continuar no meu porto seguro, com minha panela, minhas festas, pendengas, e atos concentrados na boca ou mergulhar num desconhecido, voltar ao passo inicial por algo incerto e estranho.

Larguei. Mergulhei de cabeça no escuro, e virei a "Lacrimosa, a caloura de patologia".

Levei trotes, trotes, trotes...

Fui chamada de SIRI (Ser Insignificante Raramente Inteligente) e tive que obedecer meus veteranos...

Me encantei pelo veterano mais veterano xD, e antes de perder o título de caloura já tinha me afastado totalmente dos poucos amigos que consegui.

Aí veio a arte de cabular aulas.

E convenhamos... a E.T.E. Juscelino Kubitschek parece um convite a fazê-lo. Com seus tempos vagos, seu magnífico pátio, seus cantos e encantos, sua hierarquia não declarada que te faz querer ser sempre mais...

E aí, inebriada com todo aquele mundo paralelo que meu semi-internato se tornou, acabei esquecendo do principal.

Um dia, alguém me perguntou o motivo de eu parecer triste.

Aí eu percebi que aquele mundo fascinante não era o meu. E passar o resto da vida trancada num laboratório respeitando as regras da ABNT de Biossegurança não era meu destino.

Mergulhar de novo no desconhecido. Voltar à escola privada (privada mesmo u.u) e me arriscar em uma área quase oposta.

Segundo anista. Mas quem liga para o segundo ano? Na escola eu era a nerd, a guria que tinha as melhores notas da sala, mas sem vínculos fortes com ninguém.

Quem liga para o segundo ano? Se minha vida escolar naquele ano foi a última das coisas que eu consigo me lembrar?

Quem liga para o segundo ano? Se minhas amizades mais fortes foram estabelecidas simultâneamente... fora dali!

Quem liga para o segundo ano?

Veterana, enfim! 0.0

Medo... O que é mesmo ser veterana? Que raio de peso é esse que essa palavra teve pra mim e que parecia não ter pra mais ninguém? Por que só eu me importava, e me orgulhava tanto de ser uma veterana?

Tá, até hoje eu não sei.

Mas vá... minhas notas caíram, meu interesse por ser a melhor da turma foi dissipado, no entanto minha pacata vidinha escolar começou a ter seus prazeres.

Aaah, minhas saudosas panelinhas, minhas intrigas e pendengas... minhas noitadas, meu reencontro com o sr. Eta Nol, dessa vez com uma intimidade absurda, a junção da minha panela da escola com os amigos de fora do segundo ano.

É... acabou o aclamado colegial. Em 26 horas loucas e insones, e com os 7 da panela que sobrou, e com o sr. Eta Nol, e com noitada, e com pendengas dissipadas... e até com beijo que... bom, até com beijo!

Doze badaladas para o fim do colegial... sem coroa de rainha do baile, mas com beca e capelos para o ar, sem dançar com o guri mais popular da escola, mas me acabar dançando sozinha as músicas mais antigas, sem horas no salão fazendo as unhas, maquiagem e cabelo... mas passar o dia todo jogando Imagem e Ação com meus professores e me arrumar pra formatura em pouco mais de uma hora...

Dever cumprido... rainha do meu baile, e o que é melhor... sem sangue de porco e sem telecinesia assassina.

Bai-bai, High School!

http://littlewitchblog.weblogger.net/2007/12/21/formlit.jpg



Apenas dito por Cendrillon, às 1:41, quando nada era mais importante do que fazê-lo.
Estes [1] falaram sobre.



Bu...
segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

É... assusta quando você entende que algo que era certo de ser apenas uma escolha foi na verdade o único caminho que se estendeu à sua frente.

Quanto tempo faz mesmo? Anh... enfim...

E eu aqui, acreditando que, embora pouco conveniente, tinha sido uma escolha. Acho mesmo que nunca foi, que fazê-lo sem alarde era mais uma forma de me manter por cima que dar vida à Agridoce.

Mas tá. E agora?

Agora é a coisa mais bizarra que já me aconteceu. Porque eu nunca imaginaria que algum dia pudesse dizer isso, mas hoje eu tenho dúvidas sobre essa coisa que me acompanha e me apoia, e me chuta, e me acolhe e me maltrata há tanto tempo.

Não posso acreditar que está acabando. Simplesmente porque se acaba, o tempo todo não passou de uma ilusão.

E era tão real... 

Problema! Acho que eu desaprendi... como é que se faz sem isso? Como é que se vive sem?

Alguém, peloamordedeus, me dá "Sem Fraude, Nem favor" de natal u.u

No mais, eu acho que fiz uma besteira sem tamanho. No mais, acho que não sei u.u

 

No mais, deixa pra lá. 



Apenas dito por Cendrillon, às 11:57, quando nada era mais importante do que fazê-lo.
Estes [2] falaram sobre.



Vá-te à merda!
domingo, 9 de dezembro de 2007

Woo... eu poderia dar três motivos bem convincentes pra mostrar que esse título não combina com esse blog, mas quer saber? Vá-te à merda!

Quem é você pra saber o que eu sinto ou deixo de sentir? Quanto de mim você pensa que conhece? PENSA! Por favor... não seja idiota!

Eu não julgo esse teu amor, pelo contrário! Mas simplesmente não acredito que eu possa amar sem lealdade, isso por acaso é não saber amar? Poupa-me!

Encher-se de frases bonitas, gritar aos quatro ventos que é feliz, pra quê toda essa farsa se no fundo a tua solidão consegue muitas vezes ser maior que você?

É fácil ser uma pseudo-revolucionária quando se tem tudo. Você não é, acredite! É como todo mundo, eu juro! Você não é diferente de ninguém, sinto muito!

Nunca mais ouse dizer o que eu sinto ou o que eu já senti. Amigas, amigas, individualidades à parte.



Apenas dito por Cendrillon, às 18:20, quando nada era mais importante do que fazê-lo.
Estes [2] falaram sobre.