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*:Eu, sincera e Completamente:*

As Meninas Gothikas

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Dark Cendrillon

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...pira, respira!
sábado, 29 de setembro de 2007

*terremotos, tufões, tsunamis... batendo na porta*

Merda! Na minha festinha não! Deixa eu terminar de comer meu bolo de planta, tomar meu suco natural não-cítrico e vomitar todo o resto em paz...

Sem essa agora de me trazer de volta todo o chocolate, doces e gorduras que eu sempre amei embora não gostasse tanto de admitir...

Eu estou indo bem... o tratamento já parece estar acabando... mas a primeira mordida é sempre fatal.

*portas quebrando, terremotos, tufões e tsunamis entram na minha propriedade e varrem a porcaria toda*

Quer saber? Esta porcaria já encheu o saco. Eu quero ir até os fast-foods mais lindos do mundo e me esbaldar neles... sem pensar na indigestão, nos quilos a mais e qualquer outra coisa... eu só quero estar com eles, provar de tudo, porque continuar aqui, vendo sempre esses mesmos pratos não ajuda em nada. Pelo contrário, faz com que minha comida favorita seja sempre a mesma, justamente aquela que eu estou proibida de comer.

*senta, relaxa, olha em volta*

Ei! Você por aqui de novo? Isso foi bem imprevisível... falei sobre nós faz muito pouco tempo. Entende?

Don't care! Eu também não ^^

Alô? =D

[cara, isso foi lindo! O milagre da concisão no LW'sB...]

 [Bem vindo de volta, meu tão perfeito confidente!]



Apenas dito por Cendrillon, às 0:15, quando nada era mais importante do que fazê-lo.
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Tu, tu, tu, tu, tu...
quarta-feira, 26 de setembro de 2007

É como se as palavras ficassem soltas e fossem perdendo a força, o sentido e a paixão de outrora...

Porque é como se por um longo período, eles fossem diálogo, e hoje há um monólogo.

No fim talvez seja só um reflexo ou uma conseqüência da falta de diálogo das suas fontes, mas então... por quê unilateral?

 Sabe quando você conversa por muito tempo no telefone com alguém, mesmo que em certos momentos você tenha que parar pra atender a porta, apagar o fogo, responder alguma coisa à sua mãe ou mandar seu cachorro calar a boca? Bem... você sabe que existe alguém do outro lado da linha, ouvindo, respondendo... e do nada a conversa acaba. Você tem compromissos, você tem sono, você tem fome ou você tem outro alguém com quem conversar...

Tu, tu, tu, tu, tu...

 Já tentou dizer tchau, ouvir a pessoa desligando o telefone e aquele barulho se repetir?

Tu, tu, tu, tu, tu...

Mas eu digo. Digo porque nunca precisei de platéia, embora sempre tenha gostado. E escrevo, escrevo porque escrever faz com que eu me sinta mais viva nesse instante, e me imortaliza a longo prazo... porque tenho lapsos de megalomania e acredito que algum dia um grupo de gente insana vai tentar decifrar meus códigos e colocar minhas frases numa exposição por aí.

Mentira. Eu sempre fico pê da vida quando alguém que não sabe nada sobre mim aparece nos comentários e tenta analisar um post...

E até aqueles que acham que me conhecem acabam uma hora cansando, desistindo de tentar ler, de tentar entender... afinal, hoje eu não tenho mais nem um décimo de leitores do que já tive... só andarilhos, que vez ou outra passam por aqui e dizem qualquer coisa pra fazer com que eu me sinta mais confortável.

Eu finjo que não ligo... e por um lado realmente não o faço. Tanto que continuo com meus monólogos,  mas em algum lugar ainda sinto falta... daquela platéia de amigos, inimigos, curiosos e passageiros que um dia passou por esse endereço... e todos os dias olho minha caixa de e-mails mil vezes pra ver se alguém aplaudiu. Mas é raro. Cada vez mais.

Como uma cronista decadente, uma atriz em fim de carreira... uma ex-BBB em dezembro...  

E por isso nas outras vezes eu insisti tanto pra que o telefone não fosse desligado... mas no fim da conversa dava pra perceber que cada vez mais a campainha tocava, o cachorro latia, a mãe reclamava, a panela apitava... e o meu lado da linha já não tinha mais tanta resposta, não tinha mais tanto assunto... aí me conformei. Mas o bendito telefone não sai do meu ouvido... como se ainda esperasse uma resposta... e só ouve:

Tu, tu, tu, tu, tu...



Apenas dito por Cendrillon, às 23:23, quando nada era mais importante do que fazê-lo.
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É tudo real, nas tais das mentiras...
terça-feira, 25 de setembro de 2007

Fato.

 Mas vamos por partes... eu francamente espero que o show do Lacrimosa dê uma reviravolta no meu astral, porque de repente parece que a sorte ficou com raivinha e parou de falar comigo.

Meu esquisito mau-humor talvez seja apenas a falta de chocolate por tanto, tanto, tanto tempo no meu organismo... ou pelas dores que eu sinto no estômago ao tentar comer qualquer coisa de gente... ou o resultado de tentar me afastar da luz [isso soou crente...ou hippie, sei lá u.u]

É, parece que na guerrinha entre a nerd/workaholic e a mulherzinha fútil/melosa, a segunda está ganhando de lavada. Faz muito, muito, muito tempo MESMO que eu não ia tão mal nas provas... e lia/ouvia tantas coisas com alto teor açucarado...

 E... não morre, não morre mesmo. E o pior é que esse virou meu papel agora... provavelmente quando pensam em mim não sou mais "a menina felizinha que parece um mangá" ou "a menina inteligente que tira as melhores notas e adora línguas"...agora eu sou só "a menina que não deixa morrer". Não, eu não me orgulho disso, mas também já faz tempo que larguei de mão.

E nem foi difícil me livrar da easy friend de alguns dias atrás, é só ficar mais e mais quietinha, ela vai embora. Eu já estou achando divertido e muito menos cansativo ficar de fora disso por uns... enfim, sabe-se lá.

Amanhã eu comemoraria dois aniversários de namoro! Três anos se estivesse com um e dois se estivesse com o outro... mas faz muito, muito tempo que eu estou na mesma, com meu bloco do eu sozinho, dando uma de pierrot pelos carnavais de beco do centro do Rio de Setembro.

Tá, chega... vou voltar pro mundinho-fantasia dos romancezinhos melosos e me imaginar como protagonista de todos eles \o/ 

Bai-bai o/



Apenas dito por Cendrillon, às 19:39, quando nada era mais importante do que fazê-lo.
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Preliminares, álcool e o que tocar
quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Afinal, a toda-toda, a segura de si, na verdade não passa de alguém que ama se divertir, mas odeia se expôr.

 

Afinal, é incrível sentir, é incrível fazer, mas calma aí! Ter-me até agora, assim, inteiramente, assim, fora de mim, assim, vendo meu id, tão unicamente... ninguém!

 

E afinal,  apesar das minhas bebedeiras serem sempre as mais longas, humilhantes e fortes de qualquer grupo onde eu decida beber... eu ainda não passei dos limites e me rendi aos psicotrópicos ilícitos.

 

Talvez essa toda-toda segura de si, que jura viver a balde e não a conta-gotas, seja ainda a criançona que sempre adorou brincar, mas sempre foi tão fresca quanto a arranhões que se recusou durante a infância a subir em árvores, aprender a andar de bicicleta, patins, skate, soltar pipa no telhado ou fazer coisas normais que toda criança deve fazer. Talvez (pra não dizer com certeza) essa toda-toda ainda seja ainda a garota que detesta trocar de roupa na frente de qualquer ser humano, porque ninguém tem o direito de violar seu templo, nem que seja com os olhos!

 

Nem é difícil lembrar de como na minha fase errada, apesar de ser "a menina experiente-independente-descolada-destruidora-de-corações" do grupo, eu era capaz de me "desapaixonar" em um segundo por uma pessoa se uma das minhas amigas conseguisse colocar um defeitinho que fosse no dito-cujo. Assim como um cara sem graça poderia virar um príncipe encantado se elas assim dissessem.

 

A toda-toda segura de si é uma versão cautelosa e preocupada com a reputação daquele velho "Sex, drugs and rock'n roll!"



Apenas dito por Cendrillon, às 22:03, quando nada era mais importante do que fazê-lo.
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About a...
quarta-feira, 12 de setembro de 2007

Eu preciso de uma amiga tranqüila

Eu acho que você se encaixa nesse papel!

Eu acho...

Linda, linda, revitalizante, deslumbrante, clássica, ultra-, muito, [...]táltica, tanto, maior, menor, tanto, tanto...

Absurda, doentia, louca, culpada, culpada, culpada. Camarote, torcida, bilhetes rasgados, cama, morangos, chocolate, I Just Don't Know.

Mentiras, verdades, enganos, verdades, verdades! Cegueira, conveniência, verdades, verdades!

Igual, diferente, covardemente diferente, igual, e é a uma  causa.

 Minha, só minha, ninguém vai ver, minha, minha, minha... não vai ser de mais ninguém, ninguém.

Impasse.

Conseqüência.

Previsível que só.

 

 Tudo por três letrinhas, todas bonitinhas, fáceis de dizer ^^



Apenas dito por Cendrillon, às 23:21, quando nada era mais importante do que fazê-lo.
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Válido até...
sexta-feira, 7 de setembro de 2007

Olha, não sou daqui
me diga onde estou
não há tempo, não há nada
que me faça ser quem sou

mas sem parar pra pensar
sigo estradas,sigo pistas pra me achar

 

Uma vez disseram que eu sou no fundo uma outsider, que não conseguiria me fixar em algum canto por muito tempo sem me chatear. É por aí. 

Eu tenho uma vida útil nos ambientes muito pequena... talvez por isso a mania de viver a balde, em vez de conta-gotas... é só a certeza que eu vou sair dali antes de criar raízes, aí dá pra barbarizar.

As pessoas não passam pela minha vida... ninguém nunca passou. Eu é que passo pela delas. Mas eu faço questão de passar da forma mais mais possível.

A menininha da sexta série que escreveu absurdos no caderninho de perguntas da crente, a Laisconha da sétima que fingia se drogar e faltou um mês de aula por pura vontade de ser citada, a aluna nova da oitava que assumiu o namoro com uma garota num jogo da verdade na frente dos coordenadores...

Sempre aquela que fez a diferença, e chega a ser engraçado como as pessoas de cada época quando me vêem perguntam sempre a mesma coisa: Teve filho? Parou de usar? Tem notícias da Marianna?

 

Nunca sei o que se passa
com as manias do lugar
porque sempre parto antes que comece a gostar
de ser igual, qualquer um
me sentir mais uma peça no final
cometendo um erro bobo, decimal

 

Nunca chegou a incomodar. Quer dizer... eu não fiz nenhum laço com nenhum ambiente até então. Eu sempre soube que passaria e nunca  me tornei parte de lugar nenhum.

Foi assim também com aqueles lugares de putaria... Zeca, Tomarock... barbarizar, conhecer gente e sumir.

 

Pelas minhas trilhas você perde a direção
não há placa nem pessoas informando aonde vão
penso outra vez estou sem meus amigos
e retomo a porta aberta dos perigos

 

Não consigo esquecer de uma conversa que tive com um amigo absurdamente incrível [de quem tenho muitas saudades], em que disse que eu acho que sou a única pessoa no mundo sem amigos de infância... que sentia até inveja de ver como eles tinham aquela coisa boa de se conhecerem há tanto tempo e contar coisas de quando eram ainda tão pequenos... é como se dos meus amigos eu só tivesse a foto atual, enquanto todo mundo tinha amigos que carregavam o filme completo de suas vidas. 

 

Na verdade continuo sob a mesma condição
distraindo a verdade, enganando o coração

 

Mas aí aconteceu o que eu não previa, o que eu nunca previ... e dessa vez o imprevisível não foi espetacular... 

Eu comecei bem, ambiente novo, pessoas novas... hora de ser legal, hora de ser divertida, hora de mudar a vida de todo mundo, hora de ser amada, hora de barbarizar.

A ordem foi perfeita, tudo tranqüilo por enquanto. Mas eu sempre soube que tinha prazo de validade. Que depois de barbarizar era a hora de sair... mas alguma coisa deu errado e eu fiquei presa. 

Como assim eu fiquei presa? Porque eu não saí enquanto ainda era alguém?

Antes de ser detestada, ora evitada, ora requisitada, perder as rédeas, perder o controle, perder a cabeça, perder a luz... o brilho, perder a hora, deixar que vissem... deixar que vissem... a decadência, o medo, a maldade e minha mente.

Todo mundo viu.

 

Eu sou produto fora da validade, e não consigo encontrar outro lugar pra ir e barbarizar outra vez... eu realmente estou presa.

 

Perdi a capacidade de me adaptar ao lugar e ser aquilo que devo ser pra conseguir...

Com as informações que tenho eu poderia voltar a fingir e voltar a ser. Mas eu apenas não consigo. Eu daria qualquer coisa pelas minhas máscaras de volta, mas o tempo degradou cada uma, eu preciso me mudar outra vez...

 

Por hora...

 

Na verdade continuo sob a mesma condição
distraindo a verdade, enganando o coração



Apenas dito por Cendrillon, às 19:49, quando nada era mais importante do que fazê-lo.
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A marca de uma chata
domingo, 2 de setembro de 2007

*é esquisito ter que postar com título agora o.0

 

Tá... nessa altura do campeonatonão dá pra saber se é TPM ou se eu estou mesmo triste u.u

"-Só que nunca dou tempo para que riam de mim. Eles têm de rir do que eu digo. Têm de rir comigo, na hora em que eu quero que riam. Todo mundo ri do que eu digo, não é? Isabel, a grande gozadora! Isabel, a menina das grandes tiradas! Vamos, riam todos com Isabel!"

 Isabel, Isabel... pena que teve final feliz, ou seria perfeita *-*

Mas tá, voltando ao tomatinho... eu juro que tentei não fazer isso. E na prática não estou fazendo... mas eu realmente preciso de um tempo, renovar as baterias, me apaixonar por mim de novo [fiquei comigo mesma na roda gigante, isso já é um grande passo xD] porque a hora de ser salva já passou faz muito, muito, muito tempo.

Eu não vou sumir... eu estou aqui.... eu estou sempre aqui... isso é minha virtude e meu algoz... mas estou. Só não me peçam... nenhum de vocês, pra estar como sempre. Nem perguntem o que houve porque não houve nada, eu juro!

E eu juro também que estou bem assim. E não quero ninguém tentando me animar porque eu não estou desanimada nem infeliz T_T' Só quero ficar quieta.

"E assim sem despedida, saio de sua vida tão espetacular

E mesmo sabendo que uma dessas a essa altura do campeonato é suicídio para os dois lados, que eu vou perder todos os coelhos do mundo numa falta de cajadada só, não tem jeito. Já foi já.

Duvido que quando eu resolver voltar as coisas já não vão estar de cabeça pra baixo, totalmente diferentes [se toca, Laís... você conhece o processo. Voltando em menos de um ano você sabe que ainda vai estar a mesma lenga-lenga] Enfim...

"Saio sem alarde, sei que já vou tarde...
Não tenho pressa, nada a me esperar
Nenhuma novidade, as ruas da cidade
O mesmo velho mar"

 Ain, ain... chatinha, chatinha. Nem eu me agüento u.u

 

[Agridoce - Pato Fu] 



Apenas dito por Cendrillon, às 19:14, quando nada era mais importante do que fazê-lo.
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Beijo de Roda Gigante
sábado, 1 de setembro de 2007

Sábado meu de cada semana, dia-de-ser-de-papai.

 

Mas alguma coisa hoje fugiu do que normalmente é. Talvez tenha sido o dia mais cansativo e arrastado do pré. Mais que as duas vezes que eu fui madrugada e de ressaca pra lá. Parecia que todo mundo tinha sido preso numa redoma de morosidade.

 

Depois papai. nada de diferente. Mas lá, bem no fim, vindo pra casa, indo pro ponto... eu vi pela primeira vez no ano todo, aquelas luzes lindas envoltas numa aura vibrante de alegria que parecia pulsar junto comigo.

 

Corri até lá, com os olhos fixos naquela coisa que girava e brilhava e era a coisa mais alta do parque... comprei meu ingresso e apenas fui.

 

Há mais de dez anos eu não pisava em uma roda gigante... mas eu precisava ir. Precisava entender porque dizem que é o brinquedo mais romântico, ainda que eu estivesse sozinha [é, eu sou mesmo a louca que vai sozinha a um parque].

 

Quem inventou a roda gigante conseguiu reproduzir exatamente a sensação de um beijo... mas não um beijo desses, que a gente dá por aí quando quer barbarizar e matar qualquer carência. Um beijo de verdade, que eu tenho certeza que quase metade das pessoas nunca provou.

 

No começo vem o medo... e seu estômago ficando cada vez menor... ainda que ela comece devagar, o começo, a primeira volta, é a descarga louca de adrenalina que percorre cada uma de suas veias num espasmo.

 

Depois vem a insegurança... e a consciência do quanto você está exposto... e ainda assim, estranhamente, sente-se absurdamente seguro e confortável...

 

Então você chega lá em cima. E as luzes aparecem em volta de você... o mundo todo se acende, e você não sabe o que são estrelas e o que são as luzes da cidade, e de repente o mundo parece tão maior, tão infinito, tão desconhecido e não-explorado. De repente sua vontade é voar e desbravar cada centímetro do universo que se abre à sua frente.

 

E ela acelera. Junto com seu coração... e a adrenalina vai recebendo a serotonina, e o medo triplica para depois virar prazer, prazer em triplo. E o vento parece mais sólido... e a boca parece seu centro, e o corpo todo vibra junto com o mundo. E você e a Roda são um só. E seu único desejo é que aquele momento seja eterno.

 

Mas quando você pensa nisso... acabou. Alguém te arranca de lá... e você sai. com as pernas tremendo, um sorriso bobo no rosto, uma satisfação sem igual e um vazio gigante, muito maior que eu poderia descrever. Um vazio por ter acabado. Por não ter durado pra sempre... porque por mim duraria. Por mim eu estaria lá até agora, e embora tenha sido perfeito... acabou, e deixou um espaço Gigante aqui.

 

É um beijo. É um beijo como o de Josie Geller, daqueles que eu tenho orgulho de dizer que nem todo mundo já deu.


Apenas dito por Cendrillon, às 22:56, quando nada era mais importante do que fazê-lo.
Estes [0] falaram sobre.