| terça-feira, 28 de agosto de 2007 |
Alles so Verschieden o.0
| Um dia doente, com febre, tosse, coisas estranhas no estômago e parece que eu acordei em outro mundo. O Orkut parecendo o Beltrano, o Weblogger parecendo sei lá o quê... tudo, menos o Weblogger. Que
bizarro postar nessa coisa roxa u.u Que bizarro colocar título no
post... que bizarro me sentir tão bem depois de tanta febre, dor, suor
e sono... Olha, dá pra fazer isso o.o E isso... o.o e isso, sem precisar de tag nenhuma quebizarro
ou postar em colorido 0.0 Parou a brincadeira, né u.u Apesar
da chuva e de estar praticamente dopada com antibióticos,
anti-inflamatórios, antialérgicos, antitérmicos, pastilhas Valda e
fitoterápicos, eu estou estranhamente feliz. Estranhamente
conformada... estranhamente no clima da primeira parte da Tabacaria de
uma das pessoas de Pessoa, estranhamente sentindo As sem-razões de
Drummond... estranhamente me vendo no Auto-retrato de Bandeira e
estranhemente Adversa, como a Lua de Cecília... estranhamente a
Passagem das Horas já não me incomoda, e estranhamente ser gauche já
não me parece um fardo tão grande. Estranho tudo. Sério,
pode parecer brincadeira... mas e se fosse mesmo? E se eu realmente
tivesse algo aqui dentro devorando-me a cada segundo, crescendo em mim,
arrastando-me mais e mais rápido para a morte? Óbvio que as
possibilidades são pequenas, mas há. E o que seria pior? Um tratamento
doloroso, cruel, que acabasse comigo, me deixasse fei... horrenda? Ou
uma rendição, e aproveitar a vida sabendo que seriam mesmo meus últimos
meses... despreocupar-me de escola, vestibular, ou pra qual república
eu vou ano que vem, ou se minha mesada vai dar pra pagar o cartão, ou
se eu não posso fazer isso ou aquilo por ter uma reputação a zelar... e
morrer? Calma, dona Laís... o pulso ainda pulsa. E
vaso ruim não quebra fácil... aposto que vou chegar no médico e ele vai
dizer q eu só estava com dor pq bebi demais nos últimos tempos depois
de um período relativamente longo sem fazê-lo u.u Prometo não postar mais essa semana desde que nada muito importante aconteça durante a mesma \o/
Apenas dito por Cendrillon, às
14:17, quando nada era mais importante do que fazê-lo. Estes [0] falaram sobre.
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| domingo, 26 de agosto de 2007 |
Postar vários dias
Postar vários dias seguidos não é tão bom... mas às vezes eu sinto quase uma necessidade fisiológica de fazê-lo.
Quero férias u.u'
Quero ser adulta, quero ter dinheiro e voar pra longe... sei lá... Trinidad e Tobago \o/ ou qualquer ilha pobre e podre da América Central onde ninguém pense em me procurar (alôu, dona Laís... nem se você fosse pra Paris alguém procuraria... nem pra Amboise *-*)
É quase um pleonasmo dizer que aquela escola já me cansou. Quase um pleonasmo dizer que o resto dos rostos, das vozes e das posturas também já me cansaram...
Mas o pleonasmo mais vicioso é o de dizer que eu já me cansei.
E seria bonitinho mais um daqueles meus períodos de exílio (quantos esse ano? três? quatro?) até aparecer alguém pra me mandar scrap e pedir pra eu voltar. Qualquer um. Aí eu volto u.u
Mas nom, nom vou fazer isso. Eu queria eram as minhas férias... em Trinidad e Tobago, dançando tcha-tcha-tcha com um Caribenho e tomando margaritas até inchar o fígado e entrar em coma... e acordar na beira da praia, com o cabelo na cara, o sol me torrando e a areia me arranhando, enquanto o mar chegue e me diga mil vezes: "acorda, vagabunda... ou eu juro que te levo".
Era isso que eu queria.
Mas nom dá. Vou é daqui a pouco puxar o saco de papai, me fazer a menina crente [ô derrota] e voltar pra casa, e ficar lembrando que eu só faço merda.
E me consolar com meus dramas... nhaa, meu dramas *___*
Foda-se a fome na África, ou as guerras no Oriente Médio... foda-se o aquecimento Global e os ursos polares... foda-se a bolsa, foda-se o preço do pão... foda-se a polícia no complexo do Alemão!
Deixa-me quieta, pensando q sou o ser mais infeliz e miserável do mundo, sim, pq eu quase me vejo no romance vitorugano, daquelas que todo mundo olha e diz: Ahhh ESSA é a MAIS miserável!
Meus dramas bonitinhos... que me abandonaram por uma noite e eu só fiz merda sem eles u.u
Ela tem razão, eu sou mesmo feliz nessa pseudo-infelicidade louca. Ou pseudo-feliz nessa infelicidade louca... tanto faz.
Talvez eu realmente não queira nada. Eu não acredito em nada. Eu não tento nada. Eu faço, mas só faço por ter a certeza que vai dar em... nada! É legal, qualquer certeza me incomoda, a possibilidade é um mundo tão mais vasto u.u' [Agnóstica mode is ON] tá, eu não tô falando d religião u.u
É bonitinho contrariar ditados...
Am ende der hoffnung...
Da bin ich!
E de vez em quando eu penso em quantos mil problemas se fariam se o tal do concreto aparecesse num mundo que só é bonito por ser subjetivo. Aliás, é muita responsabilidade pra uma pessoa só.
Tá, chega. Papai me espera o/
Apenas dito por Cendrillon, às
9:19, quando nada era mais importante do que fazê-lo. Estes [0] falaram sobre.
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| sábado, 25 de agosto de 2007 |
Minha senhora de al
Minha senhora de algodão
Tosca, linda, flutuando no céu
Com o sol na contramão.
\o/
Nada melhor que algo no melhor clima oitava série para começar o que eu nem sei...
Eu já perdi há muito as contas de quantas vezes no meio da rua eu lembrei de algo patético e bati na testa pensando: "puta que me pariu!"
Também já parei de tentar adivinhar o que eu apenas pensei e o que eu verbalizei.
Ou tentar entender os "porquês" dos "o quê's".
Nem de tentar saber o que se sabe.
Eu poderia pedir desculpas a várias pessoas, mas no fundo é tudo real nas minhas mentiras, e assim não faz mal ^^
Ou faz, não sei.
Que idéia idiota de editar um post d bêbada enquanto eu ainda estava bêbada. Mas deixa pra lá, acho que de tudo isso conseguiu ser a coisa mais esperta daquela noite.
Definitivamente! Tudo é por acaso. Eu acabo de me convencer que destino não existe.
E outras coisas também não, tá, dona Laís... u.u
Outras coisas também não.
E eu imagino como deve ter sido engraçado eu pagando d putona-perva na frente de tanta gente u.u
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=3575680
\o/ Que legal, um post com link xDD *não podia deixar passar essa...*
Como sempre, no pós-etílico, temos: dor de cabeça, estômago revirado, toneladas de consciência, hematomas espalhados pelo corpo (principalmente nos joelhos...) e uma única frase que eu sei que vai sumir da minha cabeça em algumas semanas, quando a poeira abaixar... "NUNCA MAIS EU VOU FAZER ISSO! E É SÉRIO!"
Chegou a ser engraçada a forma como eu me deitei e pedi tantas vezes...
Deus, se você existe... faça o mund parar de girar. Mesmo que todo mundo morra pela inércia, mas faça... faça... e faça esses operários pararem de martelar minha cabeça, e faça meu estômago parar ficar tão apertado... e volte atrás naquela sua decisão... sabe qual? Aquela do "faça-se a luz"... por favor, tá...
É.
Deus não existe.
Eu lembro de alguma coisa com linhas de seda. o.0
Deixa pra lá. Eu não lembro é de nada...
Ah, sim... lembro sim.
"... e foi isso u.u"
"Então você é feliz ^^"
"o.o Quê? Eu te digo tudo isso e você ainda diz que eu sou feliz?"
"É que às vezes a felicidade se disfarça pra que a gente pense que não encontrou. Mas ela está bem aí, dentro de você, sabe."
"Que conversa sem sentido u.u"
"Pode ser, mas, ó só... nesses meses todos que a gente conversa, mesmo sendo tão poucas as vezes, sempre que eu pergunto como vai o coração você me responde a mesma coisa. Se você não estivesse feliz com essa situação já tinha caído fora faz tempo."
"Não é bem assim..."
"É sim. Você consegue se imaginar feliz tendo a vida que você acha que quer?"
"Acho que eu consigo me imaginar muito enjoada com a vida que eu acho que quero."
"Então. Você é feliz^^ Que sorte!"
Cara, te amo o.o
É assim, gente, é assim que se conversa comigo u.u'
Que vergonha... isso pq vcs são amigos!
Nhaa... "Loser Manos" nunca me pareceu tão feliz como hoje \o/
"Tenha dó, não *mereço* o afago nem de Deus nem do Diabo
Quanto mais da mão que um dia eu *quis pra mim*"
"O pierrot apaixonado chora pelo amor da colombina
E na esquina se mata a beber pra esquecer, pra esquecer
Ain, ain...
Apenas dito por Cendrillon, às
18:51, quando nada era mais importante do que fazê-lo. Estes [0] falaram sobre.
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| sexta-feira, 24 de agosto de 2007 |
Acredito nada o.o
<
Acredito nada o.o
Nunca, aliás.
u.u
Apenas dito por Cendrillon, às
0:54, quando nada era mais importante do que fazê-lo. Estes [1] falaram sobre.
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| quinta-feira, 23 de agosto de 2007 |
Esperada. Inesperad
Esperada. Inesperada. Louca. Boa. Péssima. Vergonhosa. Boa again. Ponine. Nada. Cafona. Perva. Perva. Perva. Perva. Perva. Perva. Perva. Bizarra. Linda. Horrenda. Acorrentada. Vortex. Vodka. Halls.
Incompleta.
Apenas dito por Cendrillon, às
23:54, quando nada era mais importante do que fazê-lo. Estes [0] falaram sobre.
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| terça-feira, 21 de agosto de 2007 |
Vez ou outra aconte
Vez ou outra acontece com um post o que está acontecendo com este. Eu escrevo, escrevo... acho que ficou nada a ver, inconclusivo demais ou não consigo fechar... ou surge outra idéia melhor... ou eu acho que não é o momento oportuno pra postar sobre algo... e apago. Acho que essa já é a versão 7.0 desse post... mas eu tenho fé. 7 é perfeição.
Ainda estou no deixa-levar. Dando ponto sem nó, fechando os olhos e andando no escuro. Coisa que se alguém me dissesse que eu faria algum dia há bons tempos atrás eu não acreditaria.
Mas estou... não é ruim, mas também passa longe de ser bom. Perder o controle tantas vezes, como já disse aqui, nunca fez meu feitio, mas agora faz.
Talvez ser uma boa pessoa não combine tanto comigo. Embora tenha me trazido muitas coisas incríveis essa nova postura.
Não é um interruptor que liga e desliga... enfim!
Mas no momento não é isso que me incomoda.
O que me incomoda profundamente são [elas].
O que me incomoda é esse adeus de contra-partida, esse meio-de-fio, essa corda bamba, esse... esse que eu não ouso mais pronunciar.
O que me incomoda é aquele [no. .] que não se mostra.
O que me incomoda é o fato de não saber se eu estou ou não transferindo [bla].
Mas o que me incomoda mais que tudo...
É não saber se o mesmo [outro lado do jardim] a [bla].
Se estiver... teremos aí uma batalha homérica, silenciosa, arrasadora e, com ou sem feridos, irreversível.
Eu espero tão sinceramente que não...
É a situação mais abstrata que eu posso conceber. A mais absurda... e ainda assim a mais apavorante.
Tá, chega... ultimamente eu ando sofrendo demais por antecipação. Muita antecipação, aliás.
Mas deixa quieto. Tudo é por acaso.
*eu refiz esse post, apagando as coisas idiotas/óbvias por aquilo que está entre chaves xD agora só eu entendo, laralaraaaa =P*
Valeeeu, Laís, anos e anos pra postar e isso é o máximo que você consegue? Você já foi melhor, MUITO melhor u.u
Dêem um desconto... esse post foi quase uma cirurgia pra extrair um câncer do meio do cérebro... ou tão delicado quanto u.u
*me achando A Lynn de Jogos Mortais 3 (y)*
Chega já.
Apenas dito por Cendrillon, às
21:35, quando nada era mais importante do que fazê-lo. Estes [0] falaram sobre.
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| sábado, 18 de agosto de 2007 |
E eu ri, e eu secre
E eu ri, e eu secretamente por um segundo chorei, e eu me diverti de fato, sem medos e sem prólogos...
Cada minuto teve um gosto especial naquela madrugada, cada risada parecia ter um sabor diferente, sim... mas pela primeira vez comparável ao daquelas que eu só conseguia dar em certas condições.
Cada minuto acordada valeu a pena... e eu descobri que existem duas pessoas agora com quem eu me sinto à vontade... parece que enfim meu mundo e o deles virou o mesmo, e eu me sinto acolhida novamente.
Nunca mais Ivete Sangalo será a mesma! E encontrar o Graal não é mais uma missão milenar para cavaleiros templários... eu encontrei meu Graal naquela viagem.
E se sodomizar um anjo de cemitério já foi incrível, perverter as estátuas de um lugar quase santo foi um prazer altamente comparável...
Fazer carinho num tubarão chamado Heitor, ainda que me cagando de medo e fazendo pose pra foto não tem preço... ou quase isso, porque foram os três reais mais bem investidos de que eu me lembro ^^
Ser apelidada de "garganta profunda" por conseguir colocar quase inteiro dentro da boca o sorvete gigante foi no mínimo constrangedor... e ainda assim absurdamente engraçado.
E aquela cidade fez com que eu me apaixonasse perdidamente, e quisesse mais que qualquer outra coisa no mundo poder chama-la de minha...
Mas nada foi tão bonito como ver Camões declamado sob aquelas que sonhavam em ser estrelas, e caíam, e giravam, e me envolviam... e faziam com que a vertigem e o prazer se tornassem uma coisa só, prestes a engolir-me a boca do estômago.
E apaixonar-me por aquela que jamais se entendeu, e nunca o quis.
E sentir a felicidade correndo pelas minhas veias por algumas horas... uma felicidade que eu antes só conseguia sentir na.
E o eu-lírico de Fix Me me econtrou... e disse às minhas costas aqueles versos sem palavras, e disse mil vezes aquela frase com atitudes...
Eles fizeram isso por mim... e continuam fazendo.
E eu voltei, lendo Fernanda Young, lanchando no escuro, sentindo o frio de São Paulo congelando-me a carne e a plena satisfação queimando-me os ossos, falando besteiras, falando do morto (que morto? O Danilo!), desejando estar em casa outra vez, mas também desejando em algum lugar que aquele dia não terminasse. Olhando pela janela e vendo as luzes de tantas cidades guiando-me para casa.
Valeu a pena acreditar, valeu a pena sonhar... tudo se realizou sem roteiro, muito melhor que eu podia supôr...
E apesar das poucas horas de sono, eu tive um dos sonhos mais perfeitos, aquele que me disse... você pode ser feliz, mas não completa se isso não estiver aqui.
É... se eu não tivesse sonhado, não estaria completo.
Lights will guide to home
And ignite to bones
And I will try to fix you
Apenas dito por Cendrillon, às
20:30, quando nada era mais importante do que fazê-lo. Estes [0] falaram sobre.
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| quinta-feira, 16 de agosto de 2007 |
"So i look in yo
"So i look in your direction..."
Pelos meus cálculos eu ouvi essa frase pelo menos 45 vezes desde que cruzei aquela porta. Ela e todo o resto das outras que compõem aquela música...
E acho que nunca, em toda a minha vida, nem nos meus piores porres, eu cantei algo tão alto e dancei feito louca como há poucas horas atrás o.o'
*pega pão, tira a casca, faz sanduíches...*
É, Oliver... perdeu! Essa música a partir de hoje não vai mais me lembrar o dia que você nasceu...
"..., did you?"
Falando em lembrar... eu também lembrei de coisas muiiito antigas que eu não fazia mais a menor idéia de como foram...
Uma troca...
Uma conclusão...
...
Uma recuperação.
"...and stop me."
Meus pretextos perdidos por causa deles. Ô derrota u.ú
*toma um porre de Mineirinho*
Acho que essa é mesmo a minha hora de fazer os bolos de chocolate, e quem tem que aproveitar, que aproveite né...
"...well I'd change for good!"
É que é absurdamente bom. Compensa e supera os infindos contras. Pra mim. <- *leia "ponto"*
"...in the line..."
Mas tá. Deixa isso pra lá.
Talvez eu nunca tenha entendido meu apego a certas coisas. Ou o modo como eu beatifico tudo. TUDO! De papéis a bancas que vendem revistas pornográficas o.o'
Saindo pra pegar cartas uma vizinha perguntou o motivo de eu gritar tanto cantando aquela música. Sorrisinho sem graça. Ignorada.
A última vez que ela falou comigo foi pra devolver o pentagrama há três anos atrás, quando eu o perdi na rua.
Aí eu lembrei de como eu fiquei depois que o perdi... como eu quase passei mal, como eu quase chorei repetindo freneticamente que nenhum outro pentagrama jamais substituiria aquele.
Era isso.
Existem coisas tão incríveis. Acontecem coisas tão incríveis... não importa se boas ou ruins... elas acontecem... e eu preciso dividi-las com alguém. Contar não vale! Mil palavras não conseguem descrever o que é uma cena. Provavelmente com o tempo as pessoas que viveram aquilo comigo já vão ter esquecido, mas eu não.
Aí é que entram meus abióticos queridos. Objetos, lugares, elementos de cena... o que estiver por perto! A partir dali temos um vínculo, algo que em algum canto dessa alma insensata diz que seja lá o que for, vai guardar uma história pra mim, como o mais fiel dos confidentes, e em dado momento vai me conta-la, e me fazer lembrar.
E se eu consigo beatificar tanto esses personagens efémeros das minhas tramas, o que dizer daquele pentagrama? Que foi comprado no momento em que comecei algo realmente grandioso e só teve fim quando quebrou nas minhas mãos, no meio de uma peça...
...
Porque a vida tem muito mais graça quando se superestima até as embalagens ^^
Por falar em superestima...
Eu realmente desejo que amanhã, no meio de um museu, enquanto eu estiver na frente da palavra "Angústia" e algum instrutor explicar que ela vem do alemão "Angst", o eu-lírico de Fix You - porque eu preciso acreditar que ele existe - apareça e sussurre às minhas costas cada verso daquela canção... e repita mil vezes i will try to fix you.
Minhas cenas utópicas, meus "Contes de Fées" todo o exagero idílico que faz com que eu e meus textos sejamos absurdamente odiados ou por alguns segundos amados... quando não os dois!
Uma menina de quase dezoito anos que quer fazer Marketing e acredita em contos de fadas pode ser resumida em uma palavra... aquela que vocês tanto conhecem...
Talvez no momento em que eu deixar de acreditar eu perca tudo. E isso não precisa ser necessariamente ruim...
Desejem-me sorte...
Para que o ônibus não bata, ou seja queimado por bandidos... que alguém não tente me assaltar em São Paulo, porque eu com certeza vou reagir, e posso tomar um tiro no meio dessa cabecinha "idílica"...
E para que o eu-lírico de Fix Me consiga me encontrar. Afinal, isso é muito importante.
E desejem-me boa viagem também ^^
Bai-bai o/
PS: Post com conhecimento de causa é realmente outra coisa =D
PS2: Se o ônibus bater na BR-alguma-coisa ou alguém atirar em mim, pode ficar com a etiqueta u.u' [é que eu não sei fazer barquinhos =/]
Apenas dito por Cendrillon, às
20:09, quando nada era mais importante do que fazê-lo. Estes [0] falaram sobre.
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| terça-feira, 14 de agosto de 2007 |
Puxando a corda de
Puxando a corda de volta.
Patológico e ilógico, é lógico.
As primeiras palavras de uma Cristina entrelaçada... são minhas também.
Entendido. Juro! Mas eu quero demais, muito mais do que posso me dar. Do que posso VOS dar. Porque parece que todo mundo quer a mesma coisa de mim... inclusive eu.
Meus sobres... treinamento para uma pseudo-cronista que quer uma coluna no JB? É, não conseguiria nem no Meia Hora com aquilo... precisa vir do infinito particular, não do universo ao meu redor.
Levinho, fácil digestão, claro, mas vazio, sem atrativos. Essa era a diferença...
Mas francamente, até eu já estava cansada... pare para ler meus arquivos se você tiver paciência, e parecerá que tudo, de muito tempo até aqui, é um post só!
Queria saber falar bem sobre política, televisão, saúde ou futebol... E podem acreditar, eu realmente me esforço pra saber falar bem sobre tudo isso e muito mais... mas no fundo a minha única propriedade é sobre mim mesma... e como eu não tenho propriedade sobre mim.
O pilar que se ergueu diante de mim um dia, do qual eu poderia ter me livrado tão facilmente... decidi sentar-me, recostar-me, e então? Ainda estou aqui. Como um daqueles velhos que vive reclamando da vida, mas não consegue levantar de sua cadeira de rodas e fazer algo com as próprias mãos pra mudar.
A diferença é que eu já parei de reclamar faz tempo. Pra mim tá bom assim.
Meia-verdade. Meia-mentira.
Deeeixe estar, eu vou ver o Tilo, eu vou estourar as minhas cordas vocais e tímpanos daqui a menos de dois meses, eu vou ser a guria mais feliz do mundo por noventa minutos... o que vier depois já não me interessa. Eu tenho essa mania feia de achar que as coisas devem durar a vida toda... que chatice! Minhas melhores e piores lembranças estão em um e outro momento... nada que se estenda demais é tão bom assim.
Talvez noventa minutos seja até muito já.
Ô patológica... pára de sofrer por antecipação. Vai fazer algo divertido... pega logo o telefone, que eu sei que é o que você quer fazer.
Bai-bai o/
Apenas dito por Cendrillon, às
13:36, quando nada era mais importante do que fazê-lo. Estes [0] falaram sobre.
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| quarta-feira, 8 de agosto de 2007 |
Chegar em casa, com
Chegar em casa, comer um prato quase pedreirístico de comida, ligar na JB e não acreditar que estava começando exatamente aquela música xD
Deitar, demorar quinze minutos pra pegar no sono, pq a programação da rádio estava simplesmente utópica e eu não conseguia parar de cantar música após música...
Quatro horas depois acordar e ouvir a voz da mesma cantora de horas antes... levantar e perceber que a música acabou... e ia começar a Hora do Brasil.
Desligar a droga do rádio e ficar ainda deitada por uns minutos pensando tolices. Tolices pra postar.
Um dia eu acreditei no destino... na verdade minha vida inteira eu passei acreditando no destino. Existia alguma coisa já desenhada desde o princípio pra cada um de nós, e não importa o que fizéssemos, sempre estaríamos seguindo o que já estava predestinado.
Mas ultimamente toda essa lógica parece ter se quebrado diante dos meus olhos e eu percebi que não existe plano nenhum, nem uma seqüência para que as coisas aconteçam...
Se antes eu via um caminho percorrido até chegar aqui, hoje eu entendo que havia era uma mata virgem na minha frente que eu fui derrubando pra poder passar. E é assim com todo mundo. Não é apenas caminhar comodamente, cada gesto é decisivo...
As coisas não aconteceram pois foi-me dada uma dádiva da vida... eu fiz com que acontecessem.
As coisas não deixaram de acontecer porque o destino acreditou que aquele não era o momento certo... eu perdi por não saber administrar.
A história de colher o que você plantou é a mais correta de todas. Mas está muito longe do que é passado nos romances e novelas... ser uma boa pessoa com as pessoas erradas é inútil... e cometer atitudes não tão louváveis na hora e com as pessoas certas é praticamente indispensável quando se tem um objetivo. Difícil é saber o que, com quem, como e quando fazer.
Meus erros não são uma forma de me fazer aprender. São o fruto de burrice, cegueira, perda de controle e principalmente, por deixar que percebessem isso.
Sem essa de "O futuro a Deus pertence"... pertence a mim. Pena que eu acho que entendi isso um tanto quanto tarde.
*off: Eu sei que tem alguma coisa diferente nos meus post's pós-junho... mas eu juro que não sei o que é u.u*
Apenas dito por Cendrillon, às
20:57, quando nada era mais importante do que fazê-lo. Estes [1] falaram sobre.
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| segunda-feira, 6 de agosto de 2007 |
Não sei se vibro ou
Não sei se vibro ou se corto os pulsos, mas sei que eu estou absurdamente chata xD
Mas já está passando, eu nem sinto mais. Sabe como é... Walk on, Iris Simpkins, toneladas de garra... mas eu ainda continuo ouvindo freneticamente "IJD'tKWTDWM" xD
Voltando ao chata... eu sei, eu sei... mas baah, não é tudo assim tão rápido, tenham paciência... mas eu juro que nunca esteve tão perto (comprovadamente perto \o/)... hum, sim, sim, isso é bom ^^
E voltando ao vibro/corto pulsos... bom, acho que não há o que dizer... eu realmente não sei se vibro ou corto os pulsos. 0.o
É, eu sou mesmo a esquisitinha da escola u.u' E de outros lugares também. Merda, virou público.
Esquisitices à parte... sinto-me em casa outra vez ^^ Apesar dos móveis estarem fora do lugar e muitos deles terem sido postos a leilão por meia dúzia de moedas, eu sinto-me em casa outra vez. Na porta de casa, no tapetinho da frente, parada olhando.
No fundo todo mundo é alguém engraçado xD Todo mundo tem uma infância jogada no fundo de um bolso qualquer... e uma alma provavelmente tão embolada quanto a minha.
Então pra quê tanta culpa se eu sei que todo mundo tem uns cantos de vida apaticamente devastados ou restos de sonhos que nunca foram realizados?
No fundo eles são o sentido de tudo. Todo mundo procurou por alguma coisa, mas todo mundo não encontrou.
E isso é tão fascinante... que está na cara, cara Carla, o porquê de ninguém ter pedido às autoridades uma lei que nos proteja da solidão. Ela seria muito mais criminosa que a realidade.
Confuso, conciso, convicto, mas nada concreto.
E Bono Vox continua... "Walk on, Walk on..."
I'm walking, darling... i'm walking... ^^
Definitivamente, esse vai ser um daqueles que nem eu vou entender daqui a seis meses. Que bom... apesar da casa estar estranha, ao menos a porta do meu quarto eu consertei (Shibahime...)
Ouvindo: Tout le monde, Walk on, I Can't... e, claro... I Just Don't know what to do with myself \o/
I know it...
And your heart...
And ou can ONLY...
Walk on, walk on!
Sim, mestre o>
Apenas dito por Cendrillon, às
1:56, quando nada era mais importante do que fazê-lo. Estes [0] falaram sobre.
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| quinta-feira, 2 de agosto de 2007 |
Ana Luiza continua
Ana Luiza continua apresentando o jornal quando eu acordo.
A água ainda precisa ser pré-aquecida, ou não rola.
Seu João ainda fica na porta de casa às 7:30 da manhã só pra dar bom dia pra todo mundo.
Os jornais esqueceram o pão e voltaram a falar das balas. A maioria deles com uma linguagem lamentável.
O Variante ainda vai pelo mesmo caminho, e pára na frente da S.O.S.
O porteiro ainda tem aquela barbinha escrota.
A Naíra continua dando o seu "bom dia de começar a aula".
Os intervalos ainda são incrivelmente chatos.
E eu não suporto isso. Não suporto ter que admitir que o mundo continua igualzinho... que eu passei por céus e infernos, fui a pessoa mais feliz e mais infeliz do mundo com base numa única informação, ganhei e perdi o sentido de uma vida e o mundo não está nem aí. Como o mundo pode não estar nem aí? Isso é mais que absurdo, é quase cruel!
Masami Tsuda e suas filosofias...
"Sempre tive um quarto dentro de mim, onde ninguém nunca conseguiu entrar... ele também tinha um quarto, e talvez por isso tenhamos nos dado tão bem. Mas um dia a porta do meu quarto caiu, e o lugar onde só ele era capaz de entrar ficou cheio de gente estranha. Eu não consigo mais vê-lo lá dentro, e nem consigo mais entrar no quarto dele."
Karekano - Volume 12 ^^
Shibahime mandando \o/
Sem mangás, agora, sem revoltinhas contra o mundo, sem essas coisas que todo mundo já está cheio de ler.
Eu prometo que vou me esforçar em dobro. Em triplo... mil vezes mais que já fiz. Pra tudo.
Eu já sabia que era isso, mas nunca pensei que fosse ficar tão diferente.
É quase um declínio, um emburrecimento por falta de soluto num processo de osmose... Embora eu continue a mesma, eu já tinha esquecido como era antes, como era prestar atenção, olhar, ler e não entender. Era a peça que faltava, foi a peça que perdi.
Patológico. Medonho...
O primeiro e o quarto parágrafo da carta de Marius à Cosette em Les Mis parecem explicar tudo, e me fazer até acreditar na existência de Deus. Assim como uma vez Paulo Coelho disse em algum livro que agora me falha a memória. Deus não é um ser, é um sentimento, um sentimento que move o mundo... que sempre vai mover.
Tá vou assistir um romance bem meloso e lacrimoso pra dormir com os anjos e comemorar mais um dia de fossa \o/
"A redução do universo a uma única criatura, a dilatação de um único ser até Deus, eis o amor."
Apenas dito por Cendrillon, às
22:22, quando nada era mais importante do que fazê-lo. Estes [1] falaram sobre.
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