**::Little Witch's Blog::** - Leaving all this to yesterday...
*:Eu, sincera e Completamente:*

As Meninas Gothikas

Me Chamem de:
Dark Cendrillon

Tempo neste mundo: É feio perguntar a idade de uma dama!

Trilha sonora:
~Lacrimosa
~Pato Fu
~Marisa Monte
~Within Temptation
~Animesongs
~Maaya Sakamoto
~Yui Makino
~Kotani Kinya
~Himitsu Dolls
~Suga Shikao
~Rosenstolz
~L'âme Immortelle
~Persephone
~Legião Urbana
~Cazuza
~Lacuna Coil
~Coralie Clement
~Carla Bruni
~Wir sind Helden
~Chico Buarque
~Engenheiros do Hawaii
~Adriana Cacanhotto
~Los Hermanos
~Radiohead
~Sete!

Filmes:
~Laranja Mecânica
~Perfume - A história de um assassino
~Shutter
~Diário de uma Paixão
~todos os da Drew Barrymore
~A Hora do Pesadelo
~Trilogia Jogos Mortais
~The Hollyday
~O Chamado 1 e 2
~As Brumas de Avalon
~Les Mis
~Edward Mãos de Tesoura
~A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça.

Veteranos favoritos:
~Drew Barrymore e Johnny Depp

Meus "Musos":
~Kamui
~Yuki Sohma
~...
~Tooya
~Jonas Hammer
~Johnny Depp
~Oliver Martinez
~Gael
~~*Tilo Wolff*~~

Minhas Musas:
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~Alessandra Maestrini
~Miyazawa Yukino
~Drew Barrymore
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~Marisa Monte
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Livros:
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~Les Mis
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~série: "Meu primeiro Amor"
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~O Corpo Fala
~série: "Karas"
~Os Sofrimentos do Jovem Werther
~O Retrato de Dorian Gray
~Balada do Cárcere de Reading
~Anjos e Demônios
~Código Da Vinci
~Fortaleza Digital
~Ponto de Impacto

Moi:
~Um paradoxo por contradição
~Uma semi-autista por opção
~Uma Creep por convicção
~Uma viajante por diversão

~Alguém que adora:
*línguas
*escrever
*viver numa bolha
*pedestais
*andar
*manipular
*codificar/decodificar
*metáforas
*sarcasmo
*coisas que brilham
*altura\o/
*bolhas de sabão
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*Japão
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Que coisa liiinda,
segunda-feira, 30 de julho de 2007
Que coisa liiinda, acordar numa segunda-feira mais que fria, implorar pra não ir pra escola, conseguir isso e dormir até duas e meia da tarde...

Comer duas toneladas de chocolate que alguém deixou pra mim com o fofíssimo bilhete de "Eu sei que você precisa."

Ficar sob minhas cobertas assistindo a "O casamento do meu melhor amigo" e achar incrivelmente linda e perfeita a cena da Cameron Diaz, bêbada, cantando "I Just Don't know what to do with myself" (que aliás, puta merda *-*)

Engasgar com café ao ouvir a mesma Cameron dizendo "A diferença é que você o tem num pedestal, e eu o tenho nos braços".

Eu daria um braço pra assistir qualquer filme da Bridget Jones hoje xD

"Pq gelatina?"
"Pq gelatina é melhor, ele gosta mais de gelatina... com gelatina ele se sente mais à vontade!"
"Eu quero ser gelatina o/"
"NÃO! Você não é gelatina, vc não pode ser gelatina, você nunca vai ser gelatina u.u"

...

"Droga! Ninguém mais deixa o carro aberto com a chave dentro? Ninguém mais confia em ninguém?!!!"

...

"Mas que pergunta! Foi um beijo na boca!"
"Quer dizer que ele está atrás dela?"
"É."
"E você está atrás dele?"
"É."
"Essa é a questão. Não tem ninguém atrás de você. Você tem a última chance de fazer a coisa certa, o casamento é às 6 da tarde"

...

"Eu amo aquele homem... e eu não vou entregar ele de bandeja pra uma mulher de duas caras, cabeluda e que faz crítica de restaurante!"

...


"Tchau."

Huahueaheuahu esse filme é o melhor xDD

E esse está sendo o post mais sem noção, pé, cabeça e sentido de todos os tempos...

Nha... acabou o filme u.u'

Bem que a Julienne podia dar um pulinho aqui pra dividir os últimos chocolates comigo. Garanto que teríamos muitas figurinhas a trocar.

E é bizarro como ainda parece ter um pouco de álcool no meu sangue 0_o Sei lá, meus sentidos não estão muito normais...

Talvez seja outra coisa T_T'

Mas está tudo tão bizarramente divertido ^^

Hm...

Sou uma menina feliz! \o/

Eu disse isso mil vezes esse mês. E acho que funcionou... meus infernos não duram mais que algumas horas. Mas o mês do desgosto já está batendo na porta. E eu tô com muitão de medo dele T.T'

Alguém pelo amor de Deusss me explica esse sorriso idiota na minha cara, pq ele não tem nenhum motivo pra estar aqui hauehuahauha xD

Acho que é hora de ser internada. o.o


Apenas dito por Cendrillon, às 17:54, quando nada era mais importante do que fazê-lo.
Estes [1] falaram sobre.



Depois de muitos pe
domingo, 29 de julho de 2007
Depois de muitos pedaços de bala espalhados pela cozinha, checar mil vezes tudo que eu precisava...

"Fala, vaca! Você vai com a gente, né?"
"Vocês vão *-* que lindo... claro que eu vou... vamos tomar um porre, e dançar até dizer chega xD"

Depois de colocar tudo na bolsa, escrever a coisa mais idiota e inútil do universo e colocar lá dentro.

Coisinhas felizes... tão felizes que saem do normal.

*Fudeu. É o paraíso. Vai ser Alighieri de novo...*

"Tem gosto de Tandy"

"Tá bom, chega... tem que sobrar alguma coisa pro dono da Vodka T.T"

"São... onze e meia ^^"

Sétimo céu. Realidade distorcida, sons abafados... sóbria como só. Bêbada demais. Memória intacta, tempo e espaço perfeitos.

"Ela é apaixonada por você, cara =DD"

"Você é mau xD"

"Ela é... ai, ai xD... hmmm... Bota pilha, bota pilha xD"

Um. Dois... dois? 0_0

DOIS??????????

T...

0__________________________0

*u-huuu*

Três.

Algo de onírico no reino de Oníryka. 0_o

"putz, é uma longa história, mas ela disse!"

"Nhaa... é o lado bonito dele^^"

"Colega, parabéns, queria ter a sua coragem de dizer isso."

"Gente, não liga não, eu sou..."

"Porra, Laís... Lamúrias e Filosofias furadas a essa hora da madrugada?"

"Eu sei exatamente o que aconteceu, como, e sei que o que você disse está certíssimo... mas era eu. Pela primeira vez fui eu, isso justifica tudo"


Céus percorridos. Se eu tivesse lembrado... minha ordem é sempre igual. Não há purgatório no meio. Ele sempre vem depois.


Inferno I

Descontrole, desespero, vozes que eu não sei de onde vêm.

"De zero a cem..."
"Quarenta"
"É. Menos da metade"

Inferno II

"Tá, eu tô sendo egoísta, faz o que você quiser... e tipo... pode acreditar..."

"Me ajuda a procurar... é sério, me ajuda, se eu não avisar, pode... tá booooommm, já achei, não vou mais procurar nada não..."

"Freneticamente 0_0"

"LaísR D.elargi"

"Não... o R é separado... o ponto vem depois do R e o Delarge é com E no final. Isso... Laís-espaço-erre-ponto-delargEE"

"Cara, essa é a noite mais abstrata da minha vida..."

"Descobriu o que tinha de errado com o mundo?"

"Já, mas preferia não ter descoberto. Ignorância é uma dádiva."

"Pelo amor de Deus... alguém entenda! Eu amo ser Creep, eu preciso ter um pedestal..."

Inferno III

"Está no banheiro, acabei de ver."


Absurdo de espontâneo e desenhado. Milimetricamente... outra daquelas que mataria Alfred H. de inveja T.T'

Cara, eu amo tanto essas cenas *-*


Purgatório
Ele tem nome: banheiro.

Quase quatro horas dentro do aconchegante e quentinho lugar, revirando e revivendo, entre fascínio e agonia, enchendo MUITO o saco.
Sendo implicante.

"A perna mais bonita da Nocturna"

"Vocês ainda não saíram daqui? 0_0"

"Não importa o lugar. A festa quem faz são vocês"

"Cigarro!!! Me dá, me dá... alguém aí tem fogo? 0_o"

Purgatório II
"Eu vou contigo."

"Mas é longe."

"O chão tá brilhando muito"
"Eu daria tudo pra estar com minha cam agora *-* eu tiraria uma foto do chão, e colocaria no orkut com a legenda 'The Paviment shines like silver!' ... aiiinnn pq eu tinha que lembrar de On My Own agora T.T"

Já lá...

"É lindo sim ^^ Obrigada por virem."


Deu certo. Porre, dançar até não conseguir mais, terminar o dia tomando café na padaria com quem fez com que tanta coisa acontecesse.
Mas os caminhos escusos me levaram pra muito além disso. Sempre amei aquilo que me corta. Não sei desde quando, mas sempre!

Agora eu olho e penso: Puta-que-pariu... 0_0 Victor Hugo não faria melhor.

Mas nunca, em toda a "Scéne" dessa "Actrice", o Dia Nasceu tão Feliz.


Apenas dito por Cendrillon, às 23:09, quando nada era mais importante do que fazê-lo.
Estes [3] falaram sobre.



Se eu estivesse à b
sábado, 28 de julho de 2007
Se eu estivesse à beira da morte e dissessem que eu teria a resposta pra qualquer pergunta que fizesse, eu não perguntaria sobre os mistérios do universo, nem desperdiçaria a chance com uma pergunta vaga que gerasse mil outras como vem gerando.

Perguntaria apenas se o medo foi meu pior inimigo ou meu anjo de guarda.

Com essa resposta eu não precisaria de saber de mistério nenhum. E não haveria lugar para mais nenhuma pergunta vaga.

Se eu tivesse a resposta pra essa pergunta, todas as outras, de todos os tempos, seriam respondidas.


Apenas dito por Cendrillon, às 21:59, quando nada era mais importante do que fazê-lo.
Estes [0] falaram sobre.



Eu de novo.
sábado, 28 de julho de 2007
Eu de novo.

Nunca fiz isso. Tantas vezes seguidas 0_o

Caraca, que irritante... sabe, coisas repetidas. Eu nem consigo acreditar numa coisa dessas. Eu realmente não consigo.

Caminho dez passos, ela se afasta dez passos.
Corro cem metros, ela se afasta cem metros.
Por mais que eu a persiga, jamais a alcanço.
Então para que serve a utopia?
Serve para isso: para fazer caminhar.


Por aí. Ontem eu ouvi versões tão diferentes sobre o mesmo fato. Sobre o mesmo foco... E aí caiu a ficha... não existe uma verdade absoluta sobre. Eu nunca imaginei que fosse tão... TÃO 0_0

E é por isso. É justamente por ser tão... TÃO, que é assim. Ou será que é assim por ser tão... TÃO?

Tostines T_T'

Cara, tá demorando demais pra aparecer o propósito de tudo isso 0_o

Como diz aquele menino...

"Você é bizarra"




É. Sou.


Apenas dito por Cendrillon, às 21:28, quando nada era mais importante do que fazê-lo.
Estes [1] falaram sobre.



Eu podia editar o p
sábado, 28 de julho de 2007
Eu podia editar o post anterior e escrever isso. Mas eu tô com preguiça.

Quem sou eu? A menina burrinha que prefere acreditar em um músculo e em duas dúzias de palavras oníricas que em qualquer fato, evidência ou duas centenas de palavras bem ditas.


Apenas dito por Cendrillon, às 20:52, quando nada era mais importante do que fazê-lo.
Estes [0] falaram sobre.



E eu consigo reafir
sábado, 28 de julho de 2007
E eu consigo reafirmar meu título de Loser Ranger roxa...

E consigo mais uma vez, em tão pouco tempo, fazer outra viagem com ares de obra de Alighieri...

Armando-me até os dentes sem perceber que cada mira apontava para uma parte de mim... e a cada descuido meu, novos disparos, e mais partes de mim indo embora.

Eu amo tanto minhas verdades, meus segredos, meus ideais... e a cada dia que passa eles viram mais propriedade pública.

Há algo de apavorante no reino de Oníryka T_T'

É tudo real nas minhas mentiras...

Lá vou eu para minha segunda noite seguida sem dormir.



Existe um dia... que nunca devia ter existido.

(cara, eu tô perdendo a prática 0.o que triste!!! Volte alma de pseudo-cronista, volte!!)


Apenas dito por Cendrillon, às 20:45, quando nada era mais importante do que fazê-lo.
Estes [0] falaram sobre.



He never cho
quarta-feira, 25 de julho de 2007

He never choose to play this game
Taken too far out of control


Frio, chuva, gripe... o que eu tinha transformou isso em pneumonia.

Antes que comecem a me desejar melhoras, não. Eu não estou com pneumonia... nem gripada.

Apenas passei pelos três atos da Divina Comédia... fora de ordem, mas isso não importa muito.

Talvez então fosse isso que aquele sonho quis dizer... mas como eu ia imaginar?

"Fui correndo em direção a um abismo pensando que ia achar uma piscina..."

Como dois minutos puderam me levar de uma ponta à outra de... bah! De tudo! É como se de repente, não sei bem como, nem bem os porquês, alguém digitasse Ctrl I numa figura do Paint.

Definitivamente, não podia ter acontecido. Nada.

Quer dizer... ainda não estava incomodando. Eu ainda não tinha nem ao menos percebido direito... continuava com as doses do meu coquetel, ainda que homeopaticamente... ainda dava pra levar por muito tempo! Quando não desse mais eu provavelmente estaria embarcando para muito, muito, longe... (tá, na verdade é pertinho... u.u)

Mas eu sempre soube que minha matemática era ruim. Só não esperava que algum dia pudesse dizer que 2+2 = 5...

Bah, já foi já...

Noah estava certo ._.

Mas minha topeirice me surpreendeu dessa vez... e relmente, me surpreender não é algo fácil.

No regrets -
It was just another lesson in my life


Mais inútil impossível.
Mais INÚTIL impossível.

É isso aí... mas que bom saber que estou no segundo ato. Já é alguma coisa. Consegui sair sozinha do primeiro.














Só pode ter sido de propósito.
(and you take me over, over again)


Apenas dito por Cendrillon, às 15:27, quando nada era mais importante do que fazê-lo.
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Sobre os
segunda-feira, 23 de julho de 2007
Sobre os amores da minha vida


No dia que o weblogger resolver publicar esse post, eu agradeço!

Tá, eu ia postar isso há dois dias. Mas resolvi esperar o 23.

Não sou alguém de ter muitos amigos... mas os poucos que tenho, de todos os tipos, estilos e lugares, eu amo e zelo o máximo que posso...

Sou sim alguém que não consegue viver sem amar alguém. Como diz Natsuki Takaya... "Pessoas como nós, que conhecem o medo da solidão, não conseguem viver sem amar alguém".

Mas talvez eu só tenha conseguido tal feito duas vezes na vida.

Claro, à exceção de amigos, família, e todos aqueles a quem todo mundo ama... eu só consegui amar... DAQUELE jeito, duas vezes.

É, parando pra pensar isso já é um número acima da média o.o'

Em um 23 de julho, eu, a doida que num dia de inverno, com um casaco de linho e luvas de lã, inventa de tomar sorvete à Quilo numa cidadezinha serrana linda, fria e com ares parisienses... tudo isso apenas pra dizer algo que estava absurdamente preso e entalado há... bem, eu não lembro quanto tempo!

E no meio de muita tremedeira (frio do sorvete e nervoso...), insegurança, lágrimas e doki-doki/sangue na cabeça... eu disse... acho que pela primeira vez eu disse aquilo.

E aí aquela cena... entre cômica, romântica e trágica... e depois o alívio, seguido da pergunta: Isso é sério mesmo ou é só pena de mim?

E como sempre as palavras não ditas acabam atrapalhando. Se eu tivesse perguntado: "E agora?" Talvez aquela viagem tivesse sido ainda mais incrível.

Mas acho que não... aliás, tenho certeza que não!

Pois não há beijo ou jura que seja mais bonita que o desejo contido de fazê-los.

Pois não há sensação mais deliciosa que a inocência quase ousada de roubar por uma fração de segundo aquilo que talvez, com muito esforço, pudesse se chamar de um beijo... ainda que desencontrado, corrido e cheio de tensão... e depois não ter coragem de olhar outra vez para aquela pessoa e apenas virar-se...

Eu sei que cada trufa de cereja com licor não teria o mesmo gosto se não fosse compartilhada (e isso não significa dividir UMA trufa... apenas saber que tem alguém comendo junto com você ^^)

Eu sei que depois ainda veio uma linda história de palavras, cartas, lutas, risos, lágrimas e outros fluidos corporais que eu nem sonhando vou citar aqui... mas quando eu penso em ser feliz amando alguém, eu só consigo lembrar daquela fase. Daquela fase quase casta, quase infantil, quase utópica, quase inigualável, quase insuperável... quase.

Não era pra ser. A vida e seus caminhos escusos deixaram isso bem claro pra nós.

Eu consegui superar mais rápido. Você melhor.

Eu encontrei assim, sem perceber, assim, sem querer, assim, sem procurar, assim, sem reconhecer... alguém que me salvou daquele inferno em que tua ausência me atirou.

E tirou assim, sem perceber, assim, sem querer, assim, sem procurar, assim, sem reconhecer... só tirou!

Mas sabe... acho que essa foi a história mais esquisita, torta e desencontrada que algum ser já viveu!

Se eu digo que toda a minha vida me preparou para meu primeiro amor, eu digo que o primeiro me jogou para o segundo.

Sempre aparecendo do nada... quando eu mais precisava. E do jeito mais "sem querer" possível, conseguia ajeitar o que eu sempre fazia errado.

E aí eu fico pensando... O que eu fiz em troca?

Até que um dia aquelas ruas que se cruzavam em esquinas de vez em quando passaram a fazer parte da mesma estrada.

E aí foi acontecendo aquilo que eu tanto amava, aquilo que ainda habitava meus sonhos vez ou outra, aquilo que eu desejava tanto que acontecesse. Escrevendo esse post eu pude confirmar o quanto foi parecido... com uma diferença... nunca foi quebrado.

Nunca passou da fase utópica pra fase de lutas, risos, lágrimas e outros fluidos corporais que eu nem sonhando vou citar aqui... E quem fez com que isso acontecesse foi aquele meu primeiro amor perdido. Que no momento certo disse que minha vida não fazia mais parte da sua, e só assim eu me senti livre outra vez, sem o peso de estar traindo alguém.

Meus dois amores jamais terminaram. Eu já disse isso aqui. Eles podem mudar, ocupar outros espaços... mas são MEUS amores. São as histórias que só nós conhecemos, as músicas que só em nós trazem aquelas lembranças, os cheiros, os gostos, o mundo inteiro que parece ter se aberto apenas para que aquelas histórias fossem vividas.

A única coisa que eu tenho certeza é que um amor me mostrou que o mundo podia ser lindo... e o outro me tirou do inferno e fez um universo novo.

Ainda que com todos os altos e baixos, contratempos, coisas que deram tão errado, TÃO errado... coisas que eu via de forma tão diferente do que eram...

Mais que tudo isso. Infinitamente mais.

Du bist ein teil von mir

Não era pra ser.

Aliás. Talvez a frase mais apropriada seja: Foi o que tinha que ser.

Mas talvez a frase de Noah em "Diário de uma Paixão", dois segundos antes daquele magnífico beijo na chuva que ganhou até prêmio de melhor beijo (xD) se encaixe tão bem quanto essa.

Ja ne o/


Apenas dito por Cendrillon, às 18:08, quando nada era mais importante do que fazê-lo.
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Sobre um
sexta-feira, 20 de julho de 2007
Sobre uma nova plantação

I was born in another world
strictly connected to a piece of my mind...


Pra falar a verdade, eu quero mesmo é comentar a safra anterior. Sabe aquela coisa de... você colhe aquilo que você planta... bem, eu acho que soube bem o que é isso.

Faz tempo... mas eu ainda me lembro de dizer que construiria um castelo em cima das ruínas do que um dia eu chamei de felicidade, e nesse castelo de cinzas eu me trancaria.

...nothing more than a little land
it is a small cradle where i'm a kid
i am the princess in there
nothing wrong in my fantasy world...


Perdoem a escatologia, mas isso foi tão inteligente quanto engolir o excremento de um magnífico banquete achando que retomaria o prazer de quando o degustou.
Acho que foi ali que EU comecei a desandar. É, eu... quanto aos outros sei lá... mas eu sim. Foi ali que começaram as tempestades em copo d'água, o desespero, o ódio e a inveja... a vontade de acabar com qualquer pessoa que ousasse ser feliz perto de mim. Só por diversão.

...i am the king the nation
no dictators or religions
no laws laid down for me
i have my own liberty inside of me
nothing to lose, i want live here...


E aí eu perdi tudo. Ou quase tudo. Eu ainda tinha meu castelo. Ainda tinha minha bolha... mas eu não tinha mais ninguém... não verdadeiramente. Ainda hoje eu vejo coisas que não recuperei, nem recuperarei. Mas tudo foi apenas a colheita de uma safra de sementes e joio.

As you see i'm the only survivor in this land


Mas as coisas mudaram... e quem me conheceu depois disso não imagina o tipo de pessoa que eu fui... e que no fundo ainda sou, porque essa é minha natureza e eu jamais vou negá-la (a primeira vilã protagonista de um conto de fadas...). O que mudou foi a forma de fazer as coisas. Talvez não atropelar tanto tudo... todos... saber o tempo certo, o alvo certo. Apesar disso... ainda sou eu!

Ainda sou a mesma dissimulada de sempre, ainda sou capaz de negar até a morte, usando argumentos pra lá de convincentes, tudo aquilo que eu fiz e faço, se me for conveniente. Mas tudo isso de uma forma muito menos kamikaze.

Talvez isso tenha sido um pouco estranho para essa minha fase... mas é a verdade. Eu tenho lá meus protegidos, aqueles que por mais que eu tente, não consigo trair... E tem todos os outros, que por mais que eu ame, não consigo me conter...

Mas de acordo com minhas pesquisas e observações... se você está lendo esse post provavelmente está no meu primeiro grupo... xD

Tá, agora um espacinho pra falar sobre O "Sobre"...

Eu não sei. Eu juro!! Eu não sei o motivo desse bom humor, dessa felicidade constante que me acompanha dias e noites desde sei lá quando... quer dizer... na prática está tudo na mesma... mas eu estou única e simplesmente FELIZ! E quero tanto, preciso tanto dividir isso... eu quero fazer as pessoas felizes... talvez por isso o "aquele negócio" me incomode tanto. Não consigo imaginar uma pessoa plenamente feliz com "aquele negócio".

Tá deixa pra lá.

Se ficar questionando muito a maré boa vai embora ^^

Ah!

Então... acho que estou mesmo fora da situação. Quer dizer... lendo um pouco, reparando, lembrando... cheguei à conclusão que nesse filme eu não sou, como diz o velhinho fofo de "O Amor não tira Férias", a protagonista.

E o próximo post eu vou fazer com todo meu esmero... apesar de saber que não vai dizer tudo... mas em um mês-resumão-da-minha-vida não podia faltar um post pra eles...

Té a próxima

Bai-bai o/


Apenas dito por Cendrillon, às 2:02, quando nada era mais importante do que fazê-lo.
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Sobre o
quinta-feira, 19 de julho de 2007
Sobre o medo


É... talvez esse post não seja tão superficial e claro quanto o resto dos sobres... mas como ainda estou em julho, não quero quebrar o protocolo ._.

Faz tempo que eu não sentia medo... quer dizer... um medo DESSE tipo... medo de lagartixa eu tenho quase toda semana (essas bichinhas me acham em qualquer canto T.T), mas esse é pior... por incrível que pareça é pior.

Parece que um medo puxa o outro... e no fim eu sou uma guria mais que assustada...

Eu só preciso colocar na cabeça que nada tem a ver comigo... que dessa vez eu tô fora dessa! Mas eu também tenho tanto medo de estar fora ._.

Medo de fazer alguma coisa... e acabar no lugar de onde eu fujo desde o sonho (que virou pesadelo) do CCBB...

Medo de deixar quieto e nunca entender.

Medo de deixar quieto e entender.

Medo de fazer alguma coisa e não saber o que fazer.

Alguma coisa me diz que eu estou correndo em direção a um abismo pensando que vou achar uma piscina...

Mas eu sempre fui tão desconfiada. Eu queria não ser tão desconfiada, queria poder ver as coisas claramente sem a impressão de achar que tá todo mundo armando uma pra me pegar. Aí talvez o medo diminuísse.

Ou não.

Tem horas que eu penso: Bah, Laís... alô-u. Tá na CARA, sua neurótica...
Outras eu penso: Subjetivo... MUITO subjetivo... coincidência demais.

Eu sou a pessoa mais perdida do mundo. Eu queria tanto, tanto... mas se já estivesse indo pra o final eu queria tanto, tanto que não *eeeeii... volteee o/* 0_0

Aff, o que é que eu estou dizendo?

Deixe estar, deixe estar... eu ainda estou esperando tudo entrar no jeito certo. Seja lá qual for.


Apenas dito por Cendrillon, às 0:47, quando nada era mais importante do que fazê-lo.
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Sobre as
quarta-feira, 18 de julho de 2007
Sobre as coisas das quais tenho vergonha


Com muito mais freqüência do que vocês podem imaginar, eu me pego fazendo listas das coisas bizarras (muito bizarras) que eu faço quando estou sozinha (sozinha mesmo...) e ninguém imagina... Eu fico pensando se sou anormalmente anormal ou se as pessoas também fazem coisas bizarras (muito bizarras) quando estão sozinhas (sozinhas mesmo...)

Inclusive eu vou fazer listinhas dessas coisas que eu faço e deixar como testamento pra meia dúzia de pessoas que com certeza vão rir bastante com as excentricidades solitárias desta que vos posta.

Mas hoje eu vou falar da menos vergonhosa de todas elas...

Eu choro vendo romances. Lendo romances... Mas eu choro MUITO, anormalmente! Claro, quando estou sozinha... se estiver com alguém eu me seguro... mas se estiver sozinha... eu choro até meu nariz ficar mega-vermelho, inchado, meus cílios ficarem grudados de lágrimas e minha boca triplicar o fluxo sangüíneo.... Dá pra imaginar com esses dados o motivo de eu não chorar na frente de alguém, né... ._.

Quer dizer... é incrível a minha capacidade de me colocar no lugar de tudo que me der brecha. Ainda que um personagem não tenha nada a ver comigo... uma frase dele vai se encaixar e eu vou chorar com essa frase. Isso acontece com músicas também... e com todo o resto...

Mas com romances é pior...

Existe outro tipo de amor. O mais cruel... aquele que quase mata suas vítimas. E nesse tipo, sou experiente. A maioria das histórias de amor falam das pessoas que se amam mutuamente. Mas, o que acontece com os demais? E as nossas histórias? Aqueles que se apaixonam sozinhos? Somos vitimas de uma relação unilateral. Somos os amaldiçoados dos amantes, os mortos-vivos, os deficientes sem estacionamento reservado... (Iris - O Amor não tira férias)

Nos filmes existem as protagonistas e as melhores amigas. Eu vejo que você é uma mulher protagonista, mas por algum motivo está agindo como melhor amiga. (Velhinho fofo - O Amor não tira férias)

- Porque espera estar errado e ignora cada erro que ela comete. E quando ela te surpreende, volta a te conquistar e você fica sem motivos para achar que ela não serve para você. (Iris again...)

ELA: Mas eu acho que se você pudesse me tocar de verdade... Eu acordaria de tudo isso... Acho que sei qual é o meu assunto não terminado.
ELE: Qual é?
ELA: Você.
(Elizabeth e David - E se fosse verdade)

Nada como o primeiro beijo... (Lucy - Como se fosse a primeira vez)

Leia isto pra mim e eu voltarei pra você(Allie - Diário de uma Paixão)

Uma vida sem amor não é uma vida (Leonardo da Vinci - Para sempre Cinderella)

-Um peixe pode amar por um pássaro mas onde eles viveriam?
- Bem, então terei que lhe dar asas!
(Danielle e Da Vinci - Para Sempre Cinderella)

-Eu sou apenas uma criada em um belo vestido...
-E eu me ajoelho diante de você, não como um príncipe, mas como um homem apaixonado... que se sentiria como um rei se você, Danielle di Barbarrác, aceitasse se casar comigo.
(Henry e Danielle - Para Sempre Cinderella)

Essas são palavras que ele nunca dirá. Não para mim.(Eponine - Bah, vcs sabem!)

Aquele verão foi o melhor das nossas vidas. Valeu mais do que a vida inteira de qualquer pessoa (Lendon - Um Amor para Recordar)



Tantas e tantas outras... Parece que cada uma me lembra uma pessoa diferente, um momento diferente, me levam a um lugar diferente... E eu choro mesmo, que nem uma otária. E não tô nem aí *levanta bandeirinha militante*

...

Desde que ninguém me veja *esconde a bandeirinha e sai abaixadinha pela sombra*


Apenas dito por Cendrillon, às 3:16, quando nada era mais importante do que fazê-lo.
Estes [2] falaram sobre.



Sobre os
terça-feira, 17 de julho de 2007
Sobre os gênios não-encontrados


Agosto de 2006:

*eu sentadinha na cadeira, esperando as perguntinhas*
Diretor: Laís... Laís, Laís... a menina das mil máscaras... se vc achasse um gênio na lâmpada... o que você pediria pra ele?

Eu: Eu estava pensando nisso ontem xD... tá... juventude eterna, todo o dinheiro que eu quiser, e ser a pessoa perfeita aos olhos de alguém.




Ontem eu estava pensando sobre isso... e vi que meus desejos mudaram um pouco... mas no fundo ainda têm algumas semelhanças...

Se eu esbarrasse numa lâmpada hoje...

Primeiro desejo: Um bilhete duplo pra eternidade, até onde eu quiser.

Quer dizer... ter o controle sobre o meu destino, saber que nada vai acabar enquanto eu não quiser... nenhuma doença ou acidente vai me atingir... e quando eu cansar disso é só rasgar o bilhete. Sem dor, sem culpas, apenas rasgar ^^

Mas o bilhete tinha que ser duplo. Aproveitar a eternidade sozinha não teria graça. O problema é escolher quem seria o amaldiçoado a receber o outro...

Seundo desejo: Poder ver, no escuro do mundo, onde está.

Afinal, boa convivência com quem quer que fosse, seria MUITO necessário...

Terceiro desejo: Uma fórmula mágica pra acabar de uma vez por todas com aquele negócio.

Porque eu não sei porquê, mas aquele negócio é a coisa que mais me incomoda no mundo inteiro... é a coisa que eu sinto mais que vontade... uma necessidade quase vital de fazer de tudo pra quebrar 0.0 Dá muita aflição...



Três desejos. O resto eu fazia por mim mesma... ou seguia os dizeres de Shakespeare, e teria paciência pra esperar a vida cuidar do resto.


Template novo \o/

17 dias atrasado, mas tudo bem... tava com preguiça mesmo. E Marisa Monte seguida... agora com Bem que se Quis xD

Eu ia colocar "Ela faz Cinema", do Chico... mas não achei... então foi essa mesmo. Tem algo a ver com a época ^^

Então Tá. Post super picado, escrito em quase duas horas... pra dizer quase nada.

Enfim... o/


Apenas dito por Cendrillon, às 2:05, quando nada era mais importante do que fazê-lo.
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Sobre o
segunda-feira, 16 de julho de 2007
Sobre o Pão-Americano


E quanto mais a mídia cai em cima do evento, mais as classes pseudo-médias começam a se revoltar e dizer que é um absurdo tanta gente necessitada e eles dando baldes de dinheiro para um Rio de Janeiro imaginário projetado para os turistas.

É tão bonitinho e tosco esse discurso de gente que acha que porque não passa fome e vive nas ruas tem o direito de dar uma de administradores de estado e dizer o que fazer e o que não fazer...

Tá na cara que eles estão superfaturando muita coisa... mas até aí... isso é Brasil... isso é política, quem organiza isso não são santos, anjos ou deuses, são seres humanos... e se qualquer um tivesse a oportunidade de estar lá, tão fácil tirando uma casquinha, duvido que não tirassem... mas falar do outro é booom, é maravilhoso!

Deixa eles enfeitarem... deixa eles fazerem festa! As classes menos abastadas, que os pseudo-classe-média fazem questão de defender, não estão é nem aí! Pelo contrário... estão é achando muito legal ter, pelo menos por um tempo, uma cidade melhor...

E não sei pra quê tanta revolta e tanto espanto, se todos os anos vemos uma cena bem parecida com essa se repetindo e todo mundo adora...

Bilhões investidos para mascarar, fantasiar, enfeitar...
Geração de empregos temporários e pouco remunerados...
Turistas a balde achando tudo lindo...
Pessoas que se preparam por muito tempo por alguns minutos decisivos...

Qualquer semelhança com o preparo da cidade, os empregos para mestres de obras, os atletas de fora que se encantam com esse Rio diferente e com os esportistas durante as competições talvez não seja mera coincidência... porque eu estava na verdade falando do carnaval.

Mas o carnaval já é tradição... então não tem problema... ninguém mais vê os interesses políticos e as superfaturações que são feitas nessa época, afinal... carnaval é carnaval!

O povo não está nem aí de passar o ano todo juntando grana pra comprar uma fantasia e desfilar por alguns minutinhos na Sapucaí... pq aqueles minutos valem o ano todo, porque "o povo" entende que três dias de um mundo melhor fora da realidade é melhor que uma vida inteira sem um minuto de fantasia.

O engraçado é que os pseudo-classe-média que criticam tanto esse Rio-de-Julho saem correndo no natal pra doar suas sobras para as classes-menos-abastadas e acham que estão fazendo a diferença... será que eles realmente acreditam que aquela comida vai durar um ano inteiro?

Deixa eles fazerem o Pan... deixa eles darem esse pão pra todo mundo comer um dia e ficar feliz, mesmo que depois ele mofe e fique duro...
Deixa o Pão alimentar que nem carnaval a fantasia de todo mundo... esses discursos só estragam a festa... um pouquinho de alienação quando não há nada mais útil a ser feito é bom... parem com o bla, bla, bla...

Carpe Julhon!


Apenas dito por Cendrillon, às 3:20, quando nada era mais importante do que fazê-lo.
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Sobre os
sábado, 14 de julho de 2007
Sobre os textos da Jovem Fernanda


Tem vontade de subir em cima daquele corpo e dizer: "ei, devolve. Devolve o amor que tinha aqui. Que preenchia essas lacunas no meu peito, deixando tudo menos frouxo em mim. Devolve a liga, o ponto que faz do bolo um bolo, o nó da lã de tricô. Me salva."


Conhecer Fernanda Young foi tão incrível que chegou a ser pavoroso... ela parece dizer com palavras bonitinhas o que eu gostaria de dizer!

É, é o meu momento, mas tem gente que também sente exatamente isso. Essa euforia de achar-se o único a sofrer no mundo. Aquele que mais se comisera, que mais sabe que está fodido, aquele que sofre de um jeito sofrido que ninguém mais sofre. E isso, que seria egoísmo, no sofrimento torna-se altruísmo. A generosidade de ser o absoluto desgraçado do planeta, liberando o resto da humanidade para ser mais feliz do que você. Eu sou essa absoluta desgraçada. E estou desgraçadamente acompanhada por milhões de outras pessoas que escreveram cartas jamais enviadas, que juraram que ficariam para sempre com você onde quer que você fosse, para todo o sempre, e se você saísse por aí, ela iria junto. Sou uma desgraçada tão desgraçada que crê em tudo isso, agora e até o fim, sozinha com o mundo inteiro ao meu lado.

0.0

Pois isso é nada menos do que eu disse há alguns posts atrás... com palavras muito mais pobres ._.

Talvez em crônicas essa sensação fique bem mais incômoda que em músicas... e eu não sei porquê...

Tilo, Marisa, Cazuza, Sonja, e até... hum... bom... aquela papuda que eu me recuso a citar o nome aqui no blog...

Em algum momento, eles e tantos outros parecem ter dito em versos rimados ou não o que eu desejei dizer...

Mas é estranho ver isso em crônica, podia ser um post meu! Uma carta... uma conversa até!

E conhecer essa Jovem de quase quarenta que diz aquilo que minha cabecinha de dezessete pensa com palavras de uma roteirista é revigorante e cruel.

Sabe... esses tempos estão muito esquisitos. Sem Young agora... falando da Rangel mesmo... eu ando meio tontinha, meio sem pé nem cabeça, meio sem resto de corpo... e ainda assim não passo nem perto de algo como ectoplasma e coisas assim.

Só acho que os cavalos ficaram daquele jeito de novo. (nossa, essa eu desenterrei)

Mas não há palavras... nem de Young, Tilo, Marisa, Cazuza ou da papuda que consigam dizer o QUANTO esses tempos andam esquisitos pra mim.

Pensando bem, talvez esses tempos esquisitos é que sejam a causa de posts começados com Sobre

*Não, eu não me conformo em escrever coisas superficiais... eu preciso achar razões pra isso 0.0*

...

*Alguém viu uma razão correndo por aí?*


Apenas dito por Cendrillon, às 1:45, quando nada era mais importante do que fazê-lo.
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Sobre as
sexta-feira, 13 de julho de 2007
Sobre as lacunas...


Eu prometo que quando julho-decadência (que hoj... ontem me deu um socão dizendo "Não me chame assim!") acabar, eu paro na mesma hora com os posts babacas e superficiais começados com Sobre.

Mas está até sendo útil. Dá pra falar de banalidades, pra variar...

Faz tempo que eu comparava algumas coisas e pensava "tem alguma coisa faltando aqui... aqui... ali... e eu sei que se eu descobrir o que é..."

Acho que descobri 0_0

Em todos os lugares só parece ter sido arrancada uma coisa: Brilho

Brilho... de um fio de cabelo a um sorriso, passando por um olhar e principalmente... por todas as posturas.

O que nos separa, o que separa eu e a menina pré-sei-lá-o-que é justamente esse brilho esquisito que do nada sumiu o.o

E agora eu não tenho mais desculpa... ninguém me tirou nada, eu mesma fui felizona deixando tudo opaco e crente que estava abafando T.T

Foi esse o brilho que a trouxe pra mim... que os trouxe pra mim... foi esse o brilho que eu apaguei pensando estar diante de uma divindade... e que quando eu recuperei (por um mortal bem mais "santo" que meu pseudo-anjo fora de alcance) consegui-os...

E agora eu entendo os motivos daquele barquinho nem sequer saber quem eu sou. Apenas ando apagando cada vez mais os resquícios de brilho que algum dia foram muito de mim... e evidenciando as lacunas. O que é esse post senão uma bandeira da causa quase militante delas?

Um dia, quem sabe...


Apenas dito por Cendrillon, às 3:26, quando nada era mais importante do que fazê-lo.
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Sobre A
segunda-feira, 9 de julho de 2007
Sobre A diferença


Eu cheguei a pensar que postar isso seria um erro. Afinal, o que leva um processador a queimar de um dia pro outro justamente no dia que eu acordo decidida a postar sobre uma coisa?

Eu diria destino... mas talvez eu não acredite mais tanto nele como antigamente.

Então fiz questão de dar 2 reais numa Lan só pra dizer...

Que a diferença está em algum lugar que não sei bem se é em mim ou em outrem.

A diferença é que no lugar de uma pessoa eu via apenas um vulto que representava tudo aquilo que eu mais detestava em mim, tudo aquilo que eu daria um braço pra mudar (putz, q sanguinário T.T). Aquilo que eu não conseguia entender, aquilo que eu não conseguia aceitar.
A diferença é que isso me matava, me matava o fato de eu não conseguir mais ver alguém.

A diferença é que agora eu vejo alguém. E isso me traz tanta tranqüilidade, tanta calma... e ainda assim ainda há tantas coisas que eu não consigo entender. Em mim. Não em outrem... ou em ambos, vai saber?

E tanto ainda me inquieta, tanto ainda me deixa como se nada tivesse acontecido. Tanto ainda faz com que eu me pergunte porque a história se repetiu... porque anjo e esfinge fizeram a mesma coisa?

Tá, no fim tanto faz... eu apenas contento-me em desejar todos os dias que o mesmo não aconteça com meu "barquinho dentro da garrafa", aquele a quem eu posso ver, mas nunca tocar... Tempo acabando... que dorga!
Fica pra próxima...



Apenas dito por Cendrillon, às 19:05, quando nada era mais importante do que fazê-lo.
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Sobre o
sábado, 7 de julho de 2007
Sobre o maligno vestibular


Até que o bicho de sete cabeças assusta mais que machuca.

É meio banal falar sobre isso, até... mas eu não poderia daqui a dez anos olhar pro meu blog e não ver, nesse ano, um post sobre vestibular.

No começo eu estava realmente assustada... mas agora estou incrivelmente mais tranqüila em relação a isso.

Fazer uma prova, tirar uma nota normal e depois descobri que só duas de suas amigas passaram, e ainda assim, e ainda que elas já tenham muito mais base que você, você saber que tirou mais que elas... e depois descobrir que aquela prova "nivelada com a Faetec" foi a prova com os piores resultados da história tranqüiliza bastante.

Se tudo der errado, ainda tenho minhas boas notas na escola, e um professor que me prometeu bolsa integral em qualquer particular do Rio se eu falhar (ai, q palavra feia 0_o).

O que anda me tirando o sono é a tal da USP. Meu possível futuro lar... Eu estou estudando exclusivamente pra isso... lendo todos aqueles livros chatos, caçando provas antigas e fazendo aquelas drogas de simulados... espero que isso me leve a algum lugar... àquele lugar...

Mas será, Deus do céu... será que eu vou saber o que fazer com uma carta de admissão da USP nas mãos? Às vezes dá medo querer muito uma coisa... pq nem sempre a gente sabe administrar nossos próprios desejos... no meu caso quase nunca.

PS: Acredito em velas de aniversário, em estrelas cadentes e em luas-cheias... acredito até em balões... e sempre faço pedidos pra eles... mas dessa vez eu tô com medinho =/


Apenas dito por Cendrillon, às 19:24, quando nada era mais importante do que fazê-lo.
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Sobre o
sexta-feira, 6 de julho de 2007
Sobre os caminhos escusos


Já deu pra perceber que eu tirei o mês para falar "sobre" as coisas, né? Pois é... lendo posts antigos e vendo COMO o mês de julho passado foi INCRIVELMENTE insuportável, mal-escrito, hiperbolicamente dramático, repetitivo, egoísta, PIEGAS, e com uma estilística e figuras de linguagem totalmente... nojentas... (eu realmente não consegui achar uma palavra melhor u.u) eu resolvi poupar o LWB de outro período negro desses e fazer apenas considerações.

Sem muitos devaneios, sem muitos códigos... a simplicidade acaba vencendo. Posso até perder um pouco da minha identidade como pseudo-aspirante-a-cronista sem esses elementos... mas eu tenho certeza que quem lê isso aqui de vez em quando vai continuar me reconhecendo.

Agora vamos aos tais caminhos escusos. São simplesmente algo que eu pareço ter posto uma venda nos olhos em determinado momento e começado a andar numa direção totalmente oposta...

Tempos atrás, eu jamais diria que meu sonho era mudar-me para São Paulo, fazer Marketing e virar uma workaholic...

Tempos atrás eu vivia triste por saber que eu não gostava de patologia, meu único sonho era me sustentar como atriz, viver uma vida sem muita certeza do amanhã e achava o fato de ficar numa sala de aula a coisa mais chata do mundo.

Depois eu comecei a pensar em como o teatro podia ser incerto demais, e a falta de certeza do amanhã começou a me incomodar. Mas eu ainda tinha todos os motivos do mundo pra ficar aqui. E a sala de aula passou a ser um lugar onde eu cultivava aquilo que me faria alguém boa o suficiente para merecer o que e quem eu queria.

E então esses tais caminhos escusos me trouxeram até aqui. Onde eu percebi que no lugar onde estou, não existem mais as amarras que existiam antes. E na verdade está quase tudo me empurrando pra lá, pra longe... e eu quase sinto que se eu lutar contra toda a saudade e nostalgia que vai pesar em cima de mim nas primeiras semanas, vai ser mais fácil levar. Lá vai ser tudo diferente. Não vou ter caminhos decorados, cantinhos conhecidos pra ficar sozinha ou meia dúzia de lembranças engraçadinhas em cada esquina. Vai ser tudo diferente, e eu vou recomeçar.

Talvez venham outros caminhos escusos, médicos e tratamentos mais eficientes... e se não der certo... como diria a célebre frase do cinema... "Sempre haverá Paris para nós"... minha Paris não tem torre, não tem Louvre, não tem chateau ou jardins... mas tem tantos outros lugares que pra mim valeriam mais que qualquer utópico ponto da Cidade Luz.

Não há muito o que filosofar em cima disso... então já chega por hoje... posts pequenos em doses homeopáticas diárias para substituir aqueles gigantes que apareciam uma vez por semana...

...esqueci que o destino
Sempre me quis só
...
Não sei o que em mim
Só quer me lembrar
Que um dia o céu reuniu-se à terra um instante tralala...
Pouco antes de o ocidente se assombrar



Apenas dito por Cendrillon, às 13:29, quando nada era mais importante do que fazê-lo.
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Sobre a
quinta-feira, 5 de julho de 2007
Sobre a tal da confiança...


"Relaxa! O mundo não está esperando uma oportunidade pra acabar com você. Pode abaixar o canhão e tomar um sorvete de vez em quando..."

Foi a coisa mais sutil e confortante que eu ouvi nos últimos meses.

Eu não sei desde quando eu tomei um medo tão grande de gente... talvez quando eu mesma me tornei alguém que faz exatamente aquilo que eu temo que os outros façam. E é extremamente estranho ver uma criatura, antes dessa frase, dizer que mesmo que tente, não consegue "não gostar" de ninguém.

Será possível que existam pessoas assim? A primeira coisa que me passou pela cabeça foi: "ela está dizendo isso pra conseguir minha confiança e depois me apunhalar. Não colou."

Cinco segundos depois veio aquela frase. Que não sei se abaixou meus canhões ou me deixou ainda mais em guarda... mas de uma forma ou de outra me confortou.

Eu sou a menina que nunca brigou com ninguém, e ainda assim está sempre pronta para a guerra. A menina que é um retrato da arrogância, e ainda assim sente medo de qualquer pessoa. A menina que confia desconfiando, e ainda assim é capaz de contar seus segredos para qualquer desconhecido que pareça interessado. A menina que é capaz de arrasar alguém sem motivo algum, e ainda assim é capaz de ignorar e achar graça daqueles que fazem força para atingi-la (os que, aliás, nos últimos tempos, foram muitos...).

O paradoxo Cendrillon...

Mas eu continuo tendo medo de gente.


Apenas dito por Cendrillon, às 13:32, quando nada era mais importante do que fazê-lo.
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Sobre sa
quarta-feira, 4 de julho de 2007
Sobre sair com eles...


É... não é a mesma coisa ^^

Aliás... é, não é a mesma coisa =[

Foi preciso estar com eles, fora dos muros daquela escola pra saber que por mais que haja uma afeição entre nós, o meu mundo não é o deles.

E existe um abismo entre gostar de alguém e sentir-se à vontade com essa pessoa.

E só existem três pessoas com quem eu me sinto à vontade. E ultimamente eu não tenho estado com nenhuma das três. Acho que deve ser isso que está me deixando tão incomodada nos últimos tempos.

Pessoas incríveis... que eu gosto tanto... mas que não são parte de mim. Enquanto outras, que eu já tive mil motivos e decepções... (só uma não 0.o), são aquelas com quem eu acho que consigo ser tão mais eu, que às vezes me assusta o QUANTO eu me exponho para elas. E a cada dia que passa eu percebo que o resto do mundo me vê de uma maneira totalmente diferente que essas três pessoas, e que para elas, por mais que eu mascare, simule, tente... eu sempre serei um livro aberto. Isso é tão maravilhoso quanto apavorantemente ruim.

Preguiça de fazer o código do template novo =/

PS: Eu amo Seele in Not *_*


Apenas dito por Cendrillon, às 22:57, quando nada era mais importante do que fazê-lo.
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Há um ano eu escrev
terça-feira, 3 de julho de 2007
Há um ano eu escrevi um post que me fez cair em depressão.

Um post. Por mais estranho que pareça. Ele foi "a olhada para trás" que fez Orfeu perder Eurídice para sempre.

E sempre depois de um junho-paradoxo chega um julho-decadência pra arrebatar tudo. Não seria diferente.

De todas as vezes que algo me desconcertou, nunca nenhuma me tirou tanto do ar como as duas que eu tive nas primeiras horas de hoje.

Cada passo meu, cada ação... tudo sempre foi baseado nas verdades que eu tinha inabaldas até então.

E de repente eu percebo que as duas estavam erradas. E se eu conseguisse olhar pra fora das minhas janelinhas eu veria que a tanto a vilã quanto a cega da história sempre fui eu.

E quantas pessoas eu não magoei simplesmente por não conseguir ver aquilo que parecia estar anunciado em outdoors pela avenida... enquanto eu, distraída, passava e não via.

Poderia ser só um resfriado, mas tudo vira pneumonia quando se tem...

No fundo não há ódio algum... nem tristeza... tampouco o contrário! Mas eu preciso de um chão. Eu juro que eu preciso de um chão.

Quem sabe o que é ... e ...... alguém
Sente a dor que senti


Eu era tão .....
E não sabia ....


Mas isso não é pra tanto... isso foi só algo que eu perdi pelo caminho e pensando bem... foi muito melhor assim. Eu posso ter perdido alguma coisa, mas ganhei outras muito mais valiosas, e se tivesse sido diferente, não teria sido tão bom... não teria nervoso, não teria a porta da S.O.S, não teria o cara do caminhão, nem o dia de chuva na frente do São José com o "E.A.A.G.", não teriam os melhores posts que eu escrevi, os códigos que eu quebrei a cabeça pra criar, não teria o post em alemão xD, não teria Eduardo e Mônica na pracinha bonita, não teria "ich glaube, ich habe angst...", não teriam cartas embebedadas de Kouros falso... não teria nada. Seria apenas normal, seria apenas mais um.

Mais uma vez estou em dívida.

Aconteceu, o que aconteceu... foi melhor assim!


Então, se eu vejo tudo agora desse jeito... pra quê tanto desespero? Bom, o fato em si foi uma coisa boa... mas tudo que isso me fez fazer é que acaba me desmontando.

Eu realmente fui injusta com pessoas que não mereciam.

Ou não!!

Eu posso estar desarmada, mas ainda tenho manuais de guerra comigo para último caso... e em uma página deles certamente está escrito: Se não pode com o inimigo, junte-se a ele!

Eu prefiro acreditar no contrário. É mais cômodo. Afinal, Éris e Plutão, bem ou mal estão no mesmo sistema.

Sem tempo para divagações longas por hoje. Simplesmente não há o que falar.

E o que passou calou


Pesando tudo... é. Tô mais leve.


Apenas dito por Cendrillon, às 13:59, quando nada era mais importante do que fazê-lo.
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