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*:Eu, sincera e Completamente:*

As Meninas Gothikas

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Dark Cendrillon

Tempo neste mundo: É feio perguntar a idade de uma dama!

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Aiai... meu niver f
sexta-feira, 28 de abril de 2006
Aiai... meu niver foi legal ^^

Vi algumas pessoas q eu queria ver (outras não) ensaieeei, zuei no ensaio, depois teve festeenha surpresa pra mimmmm :-D
Mas foi só uma noite legal pra um mês nada bom...
Enfim...

Tecendo comentários sobre meu triângulo amoroso favorito(não pergunte pq... se tiver paciência leia, se tiver inteligência entenda):

Impossível não ler aquele romance sem se apaixonar por Cosette.
Cosette é o retrato da perfeição, a prova de que ainda existe pureza em meio a corrupção humana... bah, é impossível não se apaixonar por uma criatura tão meiga...
Linda;
inteligente;
Uma dama de qualidades...
Criada em um convento, sem conhecer a maldade mundana...
Aos dezessete anos encontrou o amor de sua vida: Marius... ao mesmo tempo que começou a descobrir o mundo e conhecer as pessoas.
Marius também se apaixonou por ela... e quem não se apaixonaria?
Até aí tudo bem, mas a cada vez que eu leio o livro, eu tenho uma enorme empatia com Eponine, o lado rejeitado desse triângulo amoroso...
Ela não era uma dama
Não foi criada em um convento
Nem educada pelas melhores professoras
Não tinha um pai que lhe dava tudo (ao contrário, viviam às brigas)
Não era linda...
Enfim! Não era Cosette!
Conhecia as ruas e as pessoas...
Não era um exemplo de garota super-feminina...
Odiava tudo aquilo que era tradicional e por isso podia ser tomada como um exemplo de personalidade. Apenas isso.
Eponine, porém, era mais que uma personalidade admirável, que um ideal revolucionário e um exemplo de coragem e pioneirismo.
Era ainda uma guria.
E ainda sonhava, ainda queria um conto de fadas.
Em Marius, aquele que a fazia sorrir, que a fazia pensar, que a fazia feliz, encontrou esse conto... mas nunca foi recíproco.
Eponine então esteve sempre ao seu lado, amando-o em segredo, cada dia mais... passando noites em claro pensando nele, enquanto sabia que ele estava sonhando com Cosette... e sabia que Cosette merecia mais o amor de Marius que ela.
Sentava sozinha em beiras de calçadas para derramar suas lágrimas por ver sua vida perdida e ter que manter seu sorriso no rosto para que ele nada percebesse.
Eponine foi morrendo aos poucos, se enterrando em seu mundo, fantasiando cada vez mais e tentando esquecer a verdade: Marius e Cosette se amavam e mereciam ser felizes... quanto a ela? Isso não era assunto para os dois.
Não tinha raiva de Cosette, mas, mesmo sem esse direito... ciúmes tinha sim! Mas quem se importa? Era só Eponine!
Até o dia em que deu a vida por seu amor, e em troca pediu apenas um beijo na testa quando morresse.
Morreu salvando a vida de Marius, para que ele vivesse feliz com Cosette.

Enfimmmmm

Não sei pq tenho tanta paixão por esse romance... talvez pq com esse livro eu descobri o quanto é bom ler junto com uma pessoa...
Lembro-me de uma das primeiras vezes que li "Os Miseráveis"... foi numa noite, entrando por uma madrugada, sentada ao lado de alguém, virando cada página e tendo as mesmas reações, as mesmas dúvidas e trocando opiniões... uma coisa simples, mas uma experiência maravilhosa que eu sonho repetir algum dia...
Quem sabe com SK?

Bemmm, vou mimir...

PS: PARABÉNS CINHAAAAAAAAAA VC MERECEUUU


Apenas dito por Cendrillon, às 2:07, quando nada era mais importante do que fazê-lo.
Estes [3] falaram sobre.



Uma semana tentando
domingo, 23 de abril de 2006
Uma semana tentando escrever esse post... uma semana sem sucesso.. aff

Enfim, hoje vim aqui prestar meu serviço de inutilidade particular, que consiste em, sem sucesso:

Tentar entender o que não se pode ser entendido
Tentar viver num mundo inabitável
Tentar realizar o irrealizável
Tentar deixar o esquerdo falar mais alto... mesmo sabendo que o esquerdo só quer acabar com a minha vida.
Tentar achar dos porquês do que não tem por que... como assim?
Toda pergunta que pode ser concebida tem uma resposta em algum lugar... mas não sou eu quem vai encontrá-la...

Eu ainda faço o favor de complicar tudo cada vez mais... caramba!

Neste exato momento eu ouço Anne Nurmi dizendo:

"Nem toda dor machuca
Profundamente
Quando você aprende a dividir
Não tenha medo do perigo
Siga seu coração para a luz
Viva seus sonhos e aprenda a continuar"


É fácil dizer, mas na prática isso é tão difícil!
Ou eu é que complico demais?

Não... por mim eu já teria deixado o esquerdo gritar, o esquerdo ganhar, desde 4 de março... mas eu sairia ferida se isso acontecesse.

E não estou ferida agora? Não estou me ferindo pouco a pouco, dia-a-dia?

Masoquismo? Talvez, mas continuo preferindo uma agulhada por dia que ser decapitada de uma só vez.
Seria até um sofrimento menor... mas eu sou muito medrosa e sei que seria ruim perder uma coisa tão valiosa pra mim...
Acho que a Cinha tem toda razão quando diz que essa coisa é uma balança mais pesada pro meu lado, mas mesmo assim, é a coisa mais valiosa que eu tenho... e a coisa que eu tenho mais medo de perder.

E aqui estou eu, mais uma vez nesse fogo cruzado, entre o comodismo e a vontade de me livrar desse peso!

Caramba, é horrível pensar nas mil possibilidades e problemas que eu teria se deixasse o esquerdo mandar...
No entanto, eu fico pensando como é ruim viver nessa inércia, nessa insegurança, nessas dúvidas...
Puxa, só de parar pra pensar minha cabeça dá um nó!

E a cada dia que passa eu consigo a façanha de complicar ainda mais o incomplicável, PALMAS PARA ESSE GÊNIO IDIOTA! (com a licença de ser um eterno paradoxo)

E aqui estou, mais uma vez mergulhada nas minhas ilusões, desejando o indesejável, esperando o que não pode acontecer... mas eu desejo, eu desejo tanto!

Mesmo que eu saiba que se acontecesse eu teria que enfrentar muito mais problemas que eu enfrento vivendo de inércia...

Vivendo de inércia...

Ah, meu santo comodismo! Essa faca de dois gumes que não sei qual fere mais... só sei que vou levando golpes e mais golpes a cada dia passado... e aí? Será que eu morro? Será que só sofro, será que eu sei o que é sofrer?

Aff...

"Despediram-se. Como em todas as vezes, cruzou os dedos e sentiu os passos irem na direção oposta à que desejaria de fato.
Assim como em todas as vezes também, apertou os olhos num sinal de resistência de olhar pra trás e ir contra o que deveria fazer.
Sempre vencia (ou será que perdia?) as batalhas que travava com seu impulso. Sempre fazia o que era DIREITO, sempre deixava de correr na direção oposta ao seu caminho e gritava o que há tantos meses estava preso na sua alma, no seu coração e debatia-se ali dentro, trancado pelas grades de sua garganta. Sempre, sempre deixava de dizer.
No entanto cruzava os dedos, esperando que Marius perdesse (ou vecesse?) a batalha contra os seus impulsos, esperando que ele fosse mais fraco (ou mais forte?) e se deixasse levar.
Não se sabe se por força de um desejo ou se por estar tudo mais igual do que ela imaginava ali no outro lado, naquele dia aconteceu.
Ouviu aqueles passos, e seu coração ficou apertado como nunca, não sabia se era o que sempre esperara ou apenas imaginação. Não sabia também se era quem ela esperava ou qualquer outro indivíduo.
Sentiu o braço ser puxado, o sangue parou de subir. o raciocínio era lento como a velocidade que aquela cena pareceu demorar, e como pareceu demorar o milésimo de sengundo que levou para que ela visse quem estava lhe puxando, e quando isso aconteceu? Pareceu ainda demorar mais outra eternidade pra que o cérebro processasse a informação e acreditasse no que estava acontecendo.
Podia ser qualquer coisa! Ela sabia disso!
Estava pronta para qualquer frase:
- Esqueci minha chave contigo...
- Você esqueceu de dizer...
- Avisa pra ela que...
Enfim! Mil outras frases que poderiam ser ditas, mas a que ela queria ouvir, a que ela realmente queria ouvir, foi aquela que, junto com seu pensamento, foi decodificada pela voz de Marius:
- É óbvio que não era só aquilo... ou po ime, rain.
Não sabia se era sonho, ou se os ouvidos estavam funcionando mal, na verdade àquela altura não sentia mais nada.
Tanto não sentia, nem via, que só depois pôde remontar a cena em sua cabeça e lembrar-se de ter sido enlaçada pela cintura e ver concretizado o que não parecia possível...
Também não sabia, embora tivesse quase certeza que ouviu, se era apenas a sua imaginação ou algum rádio distante estava tocando aquela canção que falava dos questionamentos de um jovem de coração orgulhoso"

Não custa nada sonhar com um conto de fada, né?

Puxa, me empolguei hoje!

Té+


Apenas dito por Cendrillon, às 0:57, quando nada era mais importante do que fazê-lo.
Estes [3] falaram sobre.



De nenhuma forma se
sábado, 15 de abril de 2006
De nenhuma forma seria fácil... não dá pra ser fácil!
Não dá porque tá em mim... sabe aquele irmão folgado, que chega na sua casa, toma conta da sua cama, abre sua geladeira, pega tudo que era seu, mexe nas suas coisas e te deixa irritado, bravo, inconformado, incomodado... mas no fundo você gosta dele? Gosta porque é sangue do seu sangue...
E não dá pra ignorar, quando se aloja, quando se instala, não é fácil tirar!
Eu nunca achei que seria fácil...
Mas o foda é quando isso se torna mais que difícil, quando se torna impossível...
Impossível? Impossível sim, porque se tirar de dentro de mim já é complicado, imagine tirar de todos os lugares!
Quando eu paro pra pensar... que droga! Espalhou como um vírus, como um câncer por toda parte!
Não adianta querer escapar, esquecer então? Bah, tá fora de cogitação!

É como se tivessem letreiros luminosos espalhados pela cidade, como se o conjunto daqueles pontos (ah! aqueles pontos...) formassem aquela frase que eu tanto odeio lembrar!

É como se cada rua, cada sinal, cada esquina e cada loja tivesse alguma coisa que me lembrasse aquela frase que eu tanto odeio lembrar!

É como se cada música corresse normalmente até que outras vozes dentro da minha cabeça se confundissem, e entre letra e melodia, ora sussurrassem, ora gritassem aquela frase que eu tanto odeio lembrar!

E é essa frase que ecoa nos meus ouvidos, cada vez que me deito, cada vez que me levanto, a cada música, a cada esquina, a cada lua, a cada estrela da Terra e mesmo que eu tente parar ela continua, incessantemente se repetindo, fazendo de tudo pra me enlouquecer, ou pra me fazer entender que não é só difícil, é impossível esquece-la...

Hoje eu hei de me deitar e tenho certeza que ela estará lá, não sei se sussurrando ou gritando, mas ela estará lá, me matando como sempre... não tem como fugir...

Não tem como fugir, como esquecer ou como acreditar que não... as vozes na minha cabeça continuam dizendo, ora em tom de gozação, ora em tom de piedade, mas sempre dizendo:

V. A. A. G.

Fazer o que...


Apenas dito por Cendrillon, às 0:54, quando nada era mais importante do que fazê-lo.
Estes [3] falaram sobre.



Eu sei que existem
quarta-feira, 12 de abril de 2006
Eu sei que existem coisas que a gente só conquista com o tempo, e não adianta pedir...
Mas eu não gosto de regras, e não costumo seguir muitas delas, então vêm crescendo um desejo tão grande de chegar pra alguém e pedir de uma vez, na maior cara de pau pra que confie em mim...
Sei que não é um pedido simples, pelo contrário até... confiança é uma coisa tão difícil de se conseguir... mas eu queria tanto, tanto...
Mas, como sempre, não seria um pedido atendido, eu até hoje não consegui descobrir onde foi que surgiu esse abismo... em que momento? Caraca! O que é que eu fiz?
Eu tento relembrar cada coisa, cada palavra, cada ação, e não consigo descobrir onde é que isso aconteceu, onde é que eu perdi aquela confiança?
Agora tá tudo meio vazio, meio incompleto, tá faltando alguma coisa ali, e eu sinto tanto a falta daquilo! Eu fico lembrando de tantas coisas, de tanta coisa dividida, de tantas coisas sérias, de tantas besteiras, de tantas LeFF's...
Nossa, como faz falta!
Porque acabou?
Não acabou...
Não pode ter acabado!

"Mudaram as estações, nada mudou... mas eu sei que alguma coisa aconteceu, tá tudo assim, tão diferente!"

Eu sei que chiar não adianta nada, e podem dizer que é só impressão minha, mas eu sinto que alguma coisa mudou, e isso me deixa triste :-(
Queria saber como voltar àquela primavera, àquele verão... Eu sei que nada será como antes, porque agora eu...
Eu sei que o que passou não volta, mas eu sou assim mesmo! Gosto de desejar o que não dá pra ter...
Aí eu paro e me pergunto: Pra que eu quero tanto isso?
Não tá tudo bem? Não tá tudo em paz? Não tá tudo aí?
Pode ser, mas não é o suficiente! Eu quero que seja perfeito, como já foi um dia! Que seja completo, não metades, nem vazios... Eu quero voltar lá, quero voltar a ouvir, a entender, a corresponder, a amparar...

Desculpe qualquer coisa, mas eu...
Eu só quis...
Enfim!

Sem mais...



Apenas dito por Cendrillon, às 13:45, quando nada era mais importante do que fazê-lo.
Estes [1] falaram sobre.



O fim de uma Era...
segunda-feira, 10 de abril de 2006
O fim de uma Era...

Esse ano está marcando o fim de, na verdade, várias 'Eras" da minha vida...

A primeira: Era do "Luto"
Pode parecer idiotisse, rebeldia pré adolescente... e quem sou eu para dizer que não... mas também, não sou ninguém para dizer que sim. Só sei que passei 5 anos da minha vida vestindo apenas preto... Quando me perguntavam o porquê disso, as respostas eram as mais variadas, e as mais estranhas também... mas a real é que eu tinha feito feito uma promessa para mim mesma... só voltaria a usar cor no dia em que... bem, eu não vou dizer porque ainda não aconteceu, mas estou tirando o luto pouco a pouco... ;-)

A segunda: Era das amizades vazias
Durante um ano vivi de coleguismos, mas esse ano isso acabou, tenho pelo menos 10 amigos maravilhosos que eu amo muito!

A terceira: Era dos amores vazios
Acho que fiz um post sobre isso ano passado, sobre como eu tentava desesperadamente encontrar amores onde não existiam, como eu tentava desesperadamente colocar sentimento naqueles abraços frios, beijos mecânicos, como eu me forçava a sentir um frio na barriga que nunca veio, como eu tentava colocar verdade nos "Eu te amo", mas era em vão...
Hoje eu olho pra mim e percebo o quanto estou bem sozinha, e que o único amor que vale a pena é aquele que eu sinto por mim mesma e pelos meus amigos...

A Quarta: Era da festa sem fim
Haha... acho que essa é a mais engraçada de nome, mas a mais triste de se viver... dei esse nome pra ela como referência a "The Party is over"... realmente, a festa só acabou esse ano, há poucas semanas, essa festa nada divertida que se arrastava e me arrastava pelos meses a dentro...

A Quinta: Era dos achismos
Sim, sim... chega de achismos, de noites escuras, de cobras e lagartos imaginários, de me jogar de cabeça e perceber que não tinha nada pra amortecer a queda...
A partir desse ano só as certezas, só a razão vai dominar minha vida, isso é sério, isso é comigo, é questão de honra... já caí tantas vezes no mesmo erro de jogar tudo pro alto por uma ilusão boba e perder tudo (muito ou pouco tempo depois, não importa! Eu sempre perco tudo no fim) dessa vez chega, eu não vou arriscar nada por um achismo (mesmo que ele tenha 99% de certeza) como diz Lulu Santos:
"Se amanhã não for nada disso, caberá só a mim esquecer - e eu vou sobreviver - o que eu ganho ou o que eu perco, ninguém precisa saber!"


Pois é... muitas outras pequenas coisas vão mudando aos poucos dentro de mim, acho que isso é crescer! ^^

Crescer... espero não crescer totalmente nunca, porque eu me esforço pra me manter sempre uma criança (por mais louca que seja...) e aquela guria centrada e disciplinada que eu fui quando realmente era criança está fazendo todas as suas travessuras agora, com quase 16 anos na cara!
Como é que eu nunca percebi!
Como é que eu nunca percebi como é ótimo brincar nos parquinhos da vida, ou correr na rua, ou andar de costas, ou pular em banquinhos, ou conversar sozinha, ou bagunçar a casa inteira pra fazer um bolo, mesmo que ele sole no final...
Como é que eu nunca percebi?
Que é bom ignorar os conselhos de mamãe e pular mesmo em cima da cama, mesmo que ela comece a ranger e pareça que vai cair XD
Como é que eu nunca percebi, MEU DEUS!
Como é lindo me arrumar e fazer shows na frente do espelho, pra mim mesma, dublando de ERA a Pitty, passando por Lea Salonga a Anne Nurmi...
E é lindo, lindo demais, mais que qualquer coisa, ter amigos que te acompanhem nessas suas "viagens" e façam com que você se sinta a pessoa mais feliz desse mundo...
Como é que eu nunca percebi?

Eu percebi isso uma vez, mas acabei esquecendo e só agora voltei a prestar atenção em como é lindo viver assim...
Por isso me preocupa um pouco a idéia de crescer, assusta... parece que os fantasmas ficam mais reais, e eu tento correr pros braços dos fantasmas infantis, mas o foda é que eles não existem, nem nunca existiram na minha cabeça... Eu fui uma criança idiota, que nunca acreditou em papai noel, nem em monstro do armário, nem em nada! Agora CADÊ os meus medos infantis?

Poderia passar horas escrevendo sem parar sobre isso, mas acho que a paciência de vocês já acabou antes mesmo das minhas ERAS terminarem...
Qualquer dia eu volto a falar sobre isso ( ou não... )

Beijos!


Apenas dito por Cendrillon, às 23:28, quando nada era mais importante do que fazê-lo.
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Puxa! Escrever em c
domingo, 9 de abril de 2006
Puxa! Escrever em códigos é legal, mas isso aquiiiiii... aff.... é pra ninguém entender...

Er wird getragen. Er soll abziehen, den Sie kennen? Er wird,! in einer Hand getragen? Heute wann zum A es in Ihnen die gleichen Wissenscaramba-Beschädigungsschmerz gleichbleibend ist und PRA es ist, da dieses in mir verletzt,: Freund. Die gleiche Person zum nicht Entgegensetzen seines Freunds: Es ist schlecht,! weil Freundschaft Monate innerhalb des Insekts ist, das, Begrenzung eine auf die Luft, die dieses froms zu zu mir entstanden wird, geborenes und mein Winkeljahr der Lebenszeit 16 ist, sie die Freundschaft fast hat. Die Firma, die die Möglichkeit von geschlossen werden der Tür ist, die geborenes lang ist, das, es, erlischt es das innere letzte Unterzeichnen der Freundschaft, aber und es ist Sie zu Ihnen falsch, die es war glücklich aufheben, weil das TIMING, das genau ist, ein neues Mitglied ist, aber es ist. I Kraft Repiro. Etwas zu sagen, wird sie,! das Amoros er als das Meer getragen, das er strenges Ihr Sie nicht weniger alle in mir ist: um immer zu sehen, wenn luckyly es Unrecht ist, bildet sie aus, erlischt sie und das leere Zinn-kann es hofft mich? Das E, mit diesem ist die Konkurrenz, die unfair ist. Verfolgender Rechtsanwalt E. In dieser Grund, trägt es, aber respektiert, ist es positiv und ein B unter diesem von diesem, das es, daß, es war genügend, ist es, besteht, eins mehr, um zu erlöschen, ist den kleinen Bedingung Markt und die Beweissache froh, die ist. Hinlänglichkeit war damit nicht zu mir, aber in nonencounter eins zu wissende Sie der Deutung I?

Haha... depois d umas 12 passadas de língua pra língua no google (pra confundir mesmo as frases XD) eu ainda fiz o favor de botar em alemão
Pra quê?
Ah, pq eu queria postar isso, precisava postar isso, ter a sensação de que eu realmente estava dizendo isso... e de fato estou!

Tinha feito outro post, mas apagou -_-'
Então postei isso aí mesmo...
Fiquem bravos comigo não ^_~`

MEU DEUSSSSS Eu retraduzi para português e tá muiiiito engraçado, não dá pra entender nada XD pérolas como "meses dentro do inseto", "Perseguindo o advogado" e "o mercado pequeno da circunstância e a coisa da prova" que surgiram não se de onde, fazendo sei lá o que aí... mas enfim!

Beijinhos ^^


Apenas dito por Cendrillon, às 23:33, quando nada era mais importante do que fazê-lo.
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Incrível como todos
segunda-feira, 3 de abril de 2006
Incrível como todos os momentos da minha vida são embalados por uma música...
Já foram tantas... e todas elas falam por mim com palavras que eu mesma não conseguiria encaixar melhor...
Às vezes trechos, às vezes músicas inteiras e em alguns casos até mesmo o conjunto de letra e melodia...

Ultimamente a que me define é... bem, no fim do post eu digo...

**Querido Diário**

Hoje foi um dia legal ^^ compensou o fim de semana cinzento que eu tive...

Saí com a Carine, fomos na pracinha bonita, bebemos fanta uva e ela se cortou :-(
Aí fufu...

Aí a gente foi buscar o Rasec na escola, só q ele passou d ônibus por nós XD
Eu fiquei me escondendo atrás do poste quase me enfiando na lixeira por causa do mico e a Carine ficou berrando o Rasec XD XD XD XD XD XD XD

Depois nos encontramos, fomos pra rua deles ouvindo Lacrimosa ^^
Pegamos carona com o papai do Rasec, eu fiquei lá conversando com eles um pouquinho e depois vim pra casa :D

E agora estou aqui, ouvindo pela 12ª vez a música que eu falei...

Nossa, esse post merecia um "Querido Diário" no começo, heim... vou resolver isso já ;-)
Pois é, eu até desacostumei de escrever posts normais assim...
Tá, já enrolei pacas, né?
Ok, ok, e com vocês...

Einsamkeit!

Escrevo minha própria história
E vivo à sua margem sozinho
Sou o único que me entende
E todas as vozes que ouço
São apenas ecos de meus desejos
Impotente enfrento minha solidão
E impotente lhe dou a face

Desintegrado em milhões de pedaços
Me arrasto em milhões de direções
E não segurei firme o suficiente a sua mão
Escapei em falsos sonhos
Sentei-me em lugares ocupados
Busquei a glória de estar contigo
E encontrei a ridícula solidão


Apenas dito por Cendrillon, às 20:29, quando nada era mais importante do que fazê-lo.
Estes [2] falaram sobre.



Acabei de ver Laran
domingo, 2 de abril de 2006
Acabei de ver Laranja Mecânica no SBT...

Tirando o fato de ser dublado, foi lindo *_*

Minha vida? É, vai indo...

Sim, sim... estou mesmo no meu inferno astral, ontem presenciei algo realmente cruel (cruel? Cruel sou eu... aquilo foi uma monstruosidade involuntária) que me derrubou mais do que eu já estava, digamos que fui do chão para sete palmos da terra... até dia 24 eu chego no quinto dos infernos (OLHA QUE GÓTICO! VOU SER LITERALMENTE FROM HELL) haha, zueira, zueira...
Espero que esse mês passe logo, nem começou e eu já to puta com ele...

Welly, welly well, meus caros drugues... vossa humilde narradora está com sono, mas continua firme e forte postando, pq meu blog voltou a ser sagrado pra mim e eu preciso dizer tantas coisas...

Apesar das palavras não ditas a tantas pessoas, e das palavras que nunca serão pronunciadas para alguém que não o meu espelho, sim, eu tenho muitas coisas a dizer...

Março foi um mês e tanto. Dificilmente eu terei outro assim...
Foi o fim do que eu precisava matar.

Abril começou com o fim do que eu queria preservar....
Como assim fim? Eu continuo aqui, me prestando a isso, céus, eu não acredito que eu estou me prestando a isso...

A patética solidão...

Sabiam que suspirar dói às vezes? haha coisa nada a ver, né? Mas sim, dá aquela pontada no coração, uma coisa muito louca, e a voz da Anna do Rosenstolz me acalma... mas sabe o que é esquisito? A voz dela em Ich bin Ich (a primeira música q eu ouvi deles) tá difernete de todas as outras músicas, pelo menos dos 5 cd's que eu já ouvi...

Tá, cansei, vou dormir...

PS: Os comentários já estão funcionando d novo ^^

Bjosss


Apenas dito por Cendrillon, às 3:36, quando nada era mais importante do que fazê-lo.
Estes [2] falaram sobre.